Certa vez, numa casa de roça, uma menina de uns seis anos estava sentadinha na porta da sala, com uma boneca de pano no colo.
Passou alguém e disse: “Feia esta boneca, hein?” Ela beijou a boneca com carinho, depois a mostrou para a pessoa e disse: “Veja como ficou bonita agora!”
O amor transforma o feio em bonito, o mau em bom, o chato em simpático, o estúpido em delicado, o detestado em querido, o pecador em santo...
Onde existe amor, Deus aí está.O amor é sempre novo. É ele que dá sentido à vida e dá gosto de viver. O amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera. Nada vence o amor.
As três Pessoas divinas se amam tanto, e são tão unidas, que são um só Deus. É neste ambiente de amor que entra quem comunga sempre.
Quando o Ministro da Eucaristia nos dá a comunhão, primeiro ele levanta a hóstia e nos fala: “O corpo de Cristo”. Nós respondemos: “Amém”. Aquele amém é parecido com o “Sim” que Maria deu a Deus, representado, na Anunciação pelo Anjo Gabriel.
Após aquele “Sim”, aconteceu a Encarnação do Verbo.Conosco também acontece algo semelhante. Após o nosso “Amém” na comunhão, o Verbo de Deus “se encarna” em nós, o corpo dele funde-se com o nosso corpo, tornando-nos “uma só carne” com ele.
É importante perseverarmos no nosso “Amém”, como Maria perseverou no seu “Sim”.Os Santos Padres diziam que aquela viagem de Maria, visitando a sua prima Isabel, foi a primeira procissão de Corpus Christi. O Ostensório era o seio de Maria, carregando Jesus. Por isso que Isabel se entusiasmou, e até o seu filho, João Batista, pulou no seu ventre.
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