A Irmã Alice era francesa e em 1965 veio trabalhar na Argentina como missionária. Foi morar em uma favela, na periferia do Buenos Aires. Vivia e se vestia como as mulheres da favela. Por isso, trabalhava como empregada doméstica.
Nos fins de semana, dava catecismo e celebrava o culto dominical. Fundou cinco Comunidades, todas com culto aos domingos e catequese.
Foi transferida para uma cidadezinha do interior da Argentina. Lá, ela se uniu com os boias-frias, indo de caminhão trabalhar na roça.
Aconteceu um conflito agrário e a Irmã Alice, junto com a colega Ir. Leonice, envolveram-se. E aí aconteceu o pior: No dia 08/12/1977, as duas estavam caminhando em uma estrada rural e desapareceram. Até hoje não se teve mais notícia delas.
Mas ficou a lembrança e o testemunho. Numa Missa celebrada em memória delas, uma senhora disse: “A Irmã Alice era a Bíblia para nós. Ela tinha o dom de falar o que a gente precisa ouvir”.
Esta sim, não apenas participava da Eucaristia, mas era uma memória viva de Jesus eucarístico. Que o bom Deus nos dê muitos cristãos e cristãs assim!
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