Havia, certa vez, um monge que estava desanimando da luta pela busca da santidade. Apesar de tanto esforço, suas fraquezas e pecados continuavam. Pensava até em deixar do mosteiro.
Um dia, ele estava caminhando no quintal e viu uma formiguinha carregando uma folha muito maior que ela. O peso da folha fazia com que ela caísse, ora para um lado, ora para o outro. Mas sempre se levantava, agarrava novamente a folha e seguia em frente, pois sabia que a folha era necessária para a alimentação dela e dos filhotes.
O monge ficou ali por um bom tempo apreciando a cena, até que a formiguinha entrou no formigueiro. A partir dali, aquele monge mudou-se. Pediu perdão a Deus pelos momentos de desânimo e decidiu carregar com alegria a cruz das suas fraquezas. Serei um monge santo, decidiu ele. Amarei a todos os meus colegas do mosteiro e terei uma atenção especial pelos pobres.
Assim, a partir da lição da formiguinha, o jovem monge voltou à sua alegria e crescimento no amor a Deus.
“Esquecendo-me do que fica para trás, avanço para o que está na frente. Lanço-me em direção à meta, em vista do prêmio do alto que Deus nos chama a receber em Jesus Cristo” (Fl 3,13-14).
“Eu me alegra nas minhas fraquezas, dificuldades e angústias..., pois quando estou fraco, então é que sou forte” (2Col 12,10).
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