Por Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R Em Histórias de Vida Atualizada em 28 JUN 2019 - 11H21

O milagre da menina cega

Era o ano de 1874. Dona Gertrudes Vaz e sua filha de nove anos, cega de nascença, levaram três meses de viagem, de Jaboticabal SP, até Aparecida.

Thiago Leon
 Thiago Leon


A menina tinha ouvido falar da história da pesca milagrosa e queria muito visitar Nossa Senhora Aparecida.

Ao chegarem, ainda na estrada poeirenta, a menina fixou o horizonte e exclamou: “Olhe, mamãe, a capela da Santa!”

Dona Gertrudes percebeu que tanto sacrifício tinha valido a pena. Mãe e filha acabaram de chegar, entraram na capela e ajoelharam-se aos pés da Santa para agradecer a graça.

Quando Jesus andava na terra, curou muitos cegos, como aquele caso bonito da cura do cego de Jericó (Mc 10,46-52).

Leia MaisO milagre da libertação do escravo ZacariasExiste a cegueira física e a espiritual, que é pior. “Eu vim a este mundo para um julgamento, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem se tornem cegos.’ Alguns fariseus disseram: ‘Porventura nós somos cegos?’ Jesus respondeu: ‘Se fôsseis cegos não teríeis culpa. Mas como dizeis: ‘Nós vemos’, o vosso pecado permanece” (Jo 9,39-41).

Nós dizemos hoje a Maria, que intercedeu e conseguiu a cura da menina cega: Curai-nos também, Senhora Aparecida! Queremos ver melhor o caminho do vosso Filho. Queremos ver as pessoas como filhos e filhas de Deus, e nossos irmãos.

Escrito por
Padre Antônio Queiróz dos Santos (Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R)
Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R

Mais conhecido como Padre Queiróz (in memoriam) recolheu ao longo de seu ministério centenas de histórias que falam de forma simples e popular da fé e das realidades do povo de Deus.

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