Havia, certa vez, um camelô que armava sua barraca na velha praça, e vendia bugigangas. Ele não fazia propaganda de seu negócio, e até parecia que não “regulava bem”.
Algumas pessoas lhe pagavam com moedas falsas. Outras simplesmente não pagavam, garantindo que já o tinham feito. Ele aceitava suas palavras. A todos acolhia com a mesma bondade e o mesmo sorriso.
Ao aproximar-se a hora da morte, ele pediu a Deus: “Ao longo da vida, aceitei muitas moedas falsas. Mas a nenhuma das pessoas eu julguei no meu coração. Simplesmente supunha que não sabiam o que faziam. Por favor, agora é a minha vez. Também sou uma moeda falsa e espero ser aceito pelo Senhor”.
No Julgamento, ele ouviu de Jesus: “Como é possível julgar alguém que nunca julgou os outros?” E o camelô passou a brilhar como diamante em meio aos bem-aventurados. Agora é moeda verdadeira, cunhada pelo próprio Deus, e para toda a eternidade.
“A medida que usardes para os outros, servirá também para vós, e vos será acrescentado ainda mais” (Mc 4,24). “Não julgueis e não sereis julgados” (Lc 6,37). Somos nós que escolhemos a sentença que nos será dada no Juízo.
Mãe do belo amor, rogai por nós. Que dirijamos os nossos atos pelo amor, que é generoso e sem fronteiras.
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