Certa vez, um homem encontrou dentro de um baú dos seus tataravós, entre as bugigangas, uma moeda. Estava escurecida e desgastada pelo tempo. Ninguém da família conhecia o seu valor.O homem levou-a a um economista, o qual a desprezou.
Ele procurou um especialista em raridades. Quando este viu a moeda, sua feição mudou-se. Após examiná-la, explicou que se tratava de uma peça rara, de imenso valor.
As pessoas são como aquela moeda. Elas não podem ser avaliadas apenas pelo seu valor econômico, isto é, pela capacidade de trabalhar e de produzir. Toda pessoa é uma peça rara, única, de valor infinito.
“Que é o ser humano, (Senhor), para que dele te lembres, ou o filho do homem, para que te ocupes com ele? Pouco inferior aos anjos o fizeste, de glória e honra o coroaste, e todas as coisas puseste debaixo de seus pés” (Hb 2,6-8).
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