Certa vez, uma escola da periferia de uma cidade grande passava por sérios problemas de disciplina. A direção pediu ao grupo de jovens da sua paróquia, no centro da cidade, que fizesse, no domingo, um encontro com os alunos do Ensino Médio, na própria escola.
O grupo assumiu com entusiasmo a tarefa.Uma garota de 16 anos ficou encarregada de fazer uma palestra sobre fé. Era a primeira vez que ela ia falar em público.
No dia do encontro, o auditório da escola estava repleto. Turminha da pesada.Quando a menina começou a falar, sua voz sumiu. Mas logo recuperou a calma e explicou: “Vocês me desculpem, é a primeira vez que falo em público”.
Dali para frente se desinibiu. Esqueceu-se do papel e soltou-se, falando espontaneamente, com admirável desenvoltura, jovialidade e beleza. Quando terminou, disse: “Agora, quem quiser, pode fazer perguntas”.
Os alunos perguntavam sobre vários assuntos e ela respondia com a maior clareza e simpatia. No fim, quando ela saiu do auditório, simplesmente caiu nos braços das colegas dirigentes que a esperavam no corredor.
Nos dias seguintes, os professores perceberam a mudança que aconteceu na escola, e perguntavam: “Como que nós, com todo o nosso esforço e formação pedagógica, não conseguimos o que aqueles jovens conseguiram em um dia!”
Claro, não foi o grupo de jovens que falou, e sim o Espírito Santo através deles. Eles foram meros instrumentos.
“Recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1,8).
Mediante o Terço, o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo e a experimentar a profundidade do seu amor.
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