Certa vez, uma senhora, casada e mãe de três filhos, descobriu que estava com câncer. Ficou tão chocada com a notícia que perdeu o rumo da vida. Era uma professora, boa mãe e boa esposa, mas confundiu-se completamente. Não via mais que um palmo na frente do nariz.
Resolveu fazer uma romaria ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Acertou todas as coisas, em casa e no serviço, e foi sozinha.
Hospedou-se em um hotel e foi para o Santuário. Subiu a rampa e ficou bem em frente à Imagem original da Santa. Ela não sabia o que dizer, mas ali era o único lugar onde se sentia bem. Passou quatro dias ali em frente da Imagem, só saindo para as suas necessidades físicas.
Aquela mulher chamou a atenção dos funcionários da Basílica. Antes de voltar para casa, ela contou a sua história para uma funcionária.
No fim, disse: “Sou outra. Eu estou bem. Sinto-me ótima e feliz. Não sei se fui curada ou não; vou saber isso quando voltar ao meu médico. Mas estou disposta a continuar a minha vida com muita alegria”.
Aí está um exemplo dos milagres mais comuns que acontecem nos santuários católicos, todos os dias.
Não há doenças, mas doentes. Todos um dia vamos morrer. Mas o pior da doença é quando ela toma conta da nossa pessoa inteira, e nos torna doentes.
Mãe dos enfermos, rogai por nós.
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