Certa vez, uma senhora bem idosa foi buscar lenha no mato. Ajuntou um feixe, amarrou-o e tentou colocá-lo nas costas, mas não conseguiu. Desanimada, pediu a morte, dizendo: “Ô morte, venha me buscar! Eu estou velha, fraca, não aguento mais nem com este feixe de lenha!” E continuou suas lamúrias.
De repente, houve um vento forte e a morte apareceu, com o rosto de caveira e a machadinha na mão. “A senhora me chamou?” perguntou ela.
A velhinha olhou assustada, viu a machadinha e disse: “Sim, dona morte. É para a senhora me ajudar a por este feixe de lenha nas costas”.
Nós não escolhemos o dia de nascer e não vamos escolher o dia de morrer. Isso compete a Deus. Em vez de reclamar, devemos procurar viver, do melhor modo possível, cada dia que o bom Deus nos dá, aproveitando as forças e as condições que temos para fazer o bem.
E na hora derradeira, ao sairmos desta vida, implorai a Deus por nós, ó Senhora Aparecida.
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