Certa vez, um menino, que morava na roça, foi para a cidade estudar, ficando na casa do tio.
Um dia, ele pediu ao tio: “Posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!” “O que ele tem?” perguntou o tio. A criança respondeu, com a cabeça baixa: “Tumor no cérebro”.
Furioso, o tio diz: “E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?” O menino dá-lhe as costas e vai.
Horas depois, ele volta, vermelho de tanto chorar, e conta para o tio: “Foi tão horrível! Ele morreu na minha frente! O tio, com raiva, diz: “E agora? Está feliz? Valeu a pena ter visto aquela cena?”
Mais uma última lágrima cai de seus olhos e, com um discreto sorriso, o garoto diz: “Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer: ‘Eu tinha certeza que você vinha!”
A amizade não se resume só em horas boas de alegria e de festa. Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.
Vamos valorizar mais nossos amigos, perdoar as desavenças e estar presente nas suas horas difíceis. “Amigo fiel é poderosa proteção. Quem o encontrou, encontrou um tesouro” (Eclo 6,14).
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