Certa vez, um senhor estava saindo da igreja, após a Missa, e, na praça em frente, um homem lhe pediu uma ajuda, dizendo que estava doente.
O senhor respondeu: “Você não tem cara de doente. Por isso não vou dar-lhe nada”.
O outro falou: “As aparência enganam, tanto da minha parte como da sua. Eu estou com uma doença grave, mas que não aparece. E o senhor também não é o que aparenta”.
Claro, a aparência do homem era de sadio, mas não era. E a aparência do senhor, que saía da igreja, era de um bom cristão, mas não era, pois era preconceituoso.
Muitas vezes, nós entramos na Igreja, mas a Igreja não entra em nós. Ouvimos o Evangelho, mas as Palavras não chegam ao nosso coração.
Existe o perigo de nos fecharmos à graça de Deus, a qual vem continuamente ao nosso encontro, pedindo entrada.
“Feliz de você que acreditou”, disse Isabel a Maria (Lc 1,45).
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