Havia, certa vez, uma Irmã que era muito fiel a Deus. Era a superiora geral da Congregação religiosa fundada por ela mesma.
Um dia, essa Irmã foi vítima de uma fofoca grave. Alguém inventou contra ela coisas que ela não devia. O caso foi ao bispo e este acreditou nas acusações.
A Irmã foi demitida do cargo de superiora geral e enviada para um lugar afastado, a fim de cuidar dos velhinhos de um asilo.
Quando estava já idosa, teve de amputar um braço, devido ao diabetes. Logo depois, ficou também cega. Nesse estado, aproveitava para rezar e dar conselhos. Foi uma grande conselheira das famílias e da juventude.
A verdade começou a aparecer logo após a sua morte. Durante o velório, o bispo disse: “A melhor herança que ela nos deixou foi o seu exemplo de humildade”.
Estamos falando da Madre Paulina, a primeira santa brasileira. A exemplo dela, vamos também ser fortes na fé, alegres na esperança e solícitos na caridade, passando por cima de todos os obstáculos.
“Felizes sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo disserem todo mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5,11-12). “Mas ai de vós, quando todos falarem bem de vós” (Lc 6,26).
Que Maria Santíssima, a Mãe dos humilhados e perseguidos, e Madre Paulina, roguem por nós.
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