Certa vez, na Coreia, estava havendo uma Missa, e na homilia o padre falou sobre a oração. Dizia que tudo o que pedirmos com fé, receberemos. Mas a fé precisa ser firme, insistia ele.
Uma mãe estava com o seu bebezinho doente no colo, e queria que Deus o curasse.
Terminada a celebração, o padre estava de costas para o Altar, ela foi e colocou o bebê em cima do Altar. Quando o padre viu, perguntou a ela por que fez aquilo. Ela disse:
“O senhor não falou que precisa ter fé? Eu tenho. Por isso que coloquei o meu filho aqui, para que Deus o cure”.
De fato, o filho dela sarou. Não naquela hora, mas depois, com a ajuda dos médicos. Deus costuma dar-nos suas graças, mas sem dispensar a mediação humana. No caso da doença, sem dispensar a medicina, que foi ele mesmo que criou, e que inspira os médicos, fabricantes de remédios, enfermeiros...
No comecinho da Igreja, os milagres eram repentinos, porque a Igreja estava nascendo. Mas normalmente não é assim, nem precisa. Deus faz as coisas na hora certa. E é ele que sabe a hora certa. Quem tem poder não tem pressa.
“Se tiverdes, fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’, e ela irá. Nada vos será impossível” (Mt 17,20).
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.