Havia, certa vez, um homem que se dizia ateu. Um dia, ele estava viajando de avião e a nave, ao entrar numa forte tempestade, começou a balançar como uma pena ao vento.
Vendo o perigo de morte iminente, o homem gritou desesperado: “Meu Deus, socorrei-me!”
Depois que a turbulência passou, um dos passageiros, que o conhecia bem, perguntou-lhe: “Você não fala sempre que é ateu? Por que então pediu socorro a Deus?”
O homem respondeu: “Eu sou ateu lá embaixo. Aqui em cima é diferente”.
Esse “ateu” precisa tomar cuidado, porque com Deus não se brinca.
A nossa fé cresce na medida da nossa prática de boas obras. Que Maria Santíssima, o nosso modelo no serviço ao próximo, nos ajude.
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