No século IV, havia em Saragoça, Estado espanhol localizado ao norte do País, um bispo chamado Dom Valério, que era gago. Além de gago, perdia completamente a voz quando dominado pela emoção.
Em sua diocese havia um rapaz muito instruído, tanto nas ciências humanas como na teologia. Além disso, tinha palavra fácil e fluente. Era o Diácono Vicente. Dom Valério escolheu-o para ser seu intérprete e pregador. Era ele quem fazia as homilias, no lugar do bispo.
Estava no tempo da perseguição romana, e Dom Valério foi preso. Após muitas humilhações e torturas, foi chamado ao tribunal. Quando se viu na frente do juiz, sua voz sumiu. Engasgava, gaguejava, forcejava, gesticulava...
Então Vicente conseguiu licença do juiz para falar no lugar dele. Dom Valério acenou com gesto afirmativo. Vicente tomou a palavra e rebateu com brilhantismo todas as acusações feitas contra o bispo.
O furor do juiz voltou-se para Vicente, que foi torturado e barbaramente assassinado. E Dom Valério foi desterrado.
Nós precisamos ser intérpretes dos pequenos e indefesos, defendendo seus direitos e sua fé. E se isso nos custar algum sacrifício, vamos enfrentar com amor.
É difícil aproximarmos de Maria, sem que ela nos leve até seu Filho. Essa é a sua missão. Assim, a devoção mariana nunca é estéril; pelo contrário, seu efeito será sempre um encontro transformador com Deus. (Fonte: Pe. Clóvis de Jesus Bovo)
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