Havia, no interior do Brasil, uma paróquia muito grande territorialmente e com mais de 100 Comunidades, algumas a 120 km de distância da sede. As estradas eram péssimas. E mais: Era um padre só para atender a todo aquele povo.
Por isso, todas as semanas o padre gravava a homilia em um disquinho de vinil, que era multiplicado, um para cada setor. Setores eram grupos de aproximadamente cinco Comunidades vizinhas. No setor, o disquinho percorria as Comunidades, para ser tocado no Culto Dominical.
Aconteceu que, um dia, o disquinho, de tanto ser usado, furou. Quando o líder ligou a vitrola, o padre começou a dizer: “Meus irmãos e minhas irmãs. Meus irmãos e minhas irmãs. Meus irmãos e minhas irmãs...” e não para mais.
O líder desligou a vitrola e disse: “Por favor, as mulheres se retirem da capela, porque o padre quer falar só para os homens”. Coitado! Mal sabia ele que era o disco que estava furando!
Mas o defeito no disco foi providencial, porque o que o padre queria, nesta homilia, era convencer a todos de que são irmãos, sem distinção entre homem e mulher, rico e pobre, estudado ou analfabeto... “Não há mais judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou mulher, pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,28).
Igreja é chamada de Católica, isto é, universal, sem discriminação de ninguém.
Maria Santíssima viveu de forma plena esse dom do Espírito Santo. Que ela interceda por nós, a fim de que vivamos realmente como irmãos e irmãs.
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