
Certa vez, um discípulo procurou o mestre e lhe disse:
- Eu venho a ti, mas nada tenho em minhas mãos. O mestre respondeu:
- Jogue fora este nada também.
- Mas jogá-lo fora como, se é nada?
- Pois leve-o, então, consigo pela vida!
O nosso egoísmo é sutil e persistente. Podemos transformar até o nosso nada em promoção pessoal. O meu orgulho é ser humilde, dizem alguns.
Muitos carregam, pela vida, a sua renúncia, como se fosse um troféu. Mais importante que deixar as nossas posses é abandonar o nosso egoísmo e mergulhar no amor.
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