Certa vez, um país estava em guerra, e havia uma forte perseguição aos sacerdotes. Por isso, eles andavam a paisana.
Um dia, um pároco, que estava sendo procurado pelos soldados, estava na roça, na casa de uma família da Comunidade local. Como fazia frio, ele estava na cozinha, na beira do fogão de lenha. O dono da casa estava na roça, trabalhando.
De repente, os soldados chegam e batem na porta. A dona da casa foi atender, e o soldado disse: “Nós estamos procurando o padre fulano. Fomos informados de que ele está aqui na sua casa”.
A mulher respondeu: “Ele não está aqui. Vocês podem entrar e procurar à vontade”.
Ela foi na frente.Chegou perto do padre, deu-lhe uma enorme bofetada e disse: “Preguiçoso! Vá para o seu trabalho lá na roça!” O padre saiu.
Ela virou-se para os soldados e disse: “Desculpem, senhores! É que esses empregados de hoje são assim. É só fazer um friozinho, eles param de trabalhar e vêm se esquentar no fogão!”
Os soldados tomaram um gostoso café e foram embora.
Depois que passou a guerra, o padre comentou na igreja: “Puxa! O tapa foi tão forte que vi estrelas. Mas valeu a pena”.
Precisamos ser criativos e espertos na luta pela construção do Reino de Deus. O Espírito Santo nos indica, na hora, o que devemos fazer (Cf Mt 10,19-20).
Maria Santíssima soube seguir o seu Filho de forma correta, pois não buscou a cruz como fim, mas a assumiu como meio de amar mais a Deus e de cumprir a sua missão. Nossa Senhora das Dores, rogai por nós.
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