Certa vez, uma mãe chegou para o seu filho e disse: “Meu filho, você já está ficando grandinho, já estão nascendo as espinhas, o bigode está aparecendo e engrossando a voz... Há umas coisas que você precisa saber. São coisas de homem. Mas eu me sinto acanhada em lhe dizer. Fale com o seu pai”.
O adolescente procurou o pai. Este disse: “Meu filho, você já está ficando grandinho, já estão nascendo as espinhas, o bigode está aparecendo, está engrossando a voz... Há umas coisas que você precisa saber. São coisas de homem. Mas eu me sinto acanhado em lhe dizer. Fale com o seu avô”.
O menino procurou o avô. Este lhe disse: “Meu querido neto, você já está ficando grande, já estão nascendo as espinhas, o bigode está aparecendo e engrossando a voz. Há umas coisas que você precisa saber. São coisas de homem. Mas eu me sinto acanhado em lhe dizer. Fale com o seu padrinho”.
O rapazinho procurou o padrinho e este falou: “Sabe o que é? Eu vou lhe dizer. É que Papai Noel não existe”.
Ainda bem que a família escolheu para padrinho do filho alguém que é mais ajuizado.
Que tenhamos discernimento e ensinemos logo para as crianças a verdade, o que é certo e o que é errado, sem alimentar nelas crendices e ilusões.
Vamos aprender de Maria Santíssima a colocar em primeiro lugar o amor, que está acima de qualquer tradição ou cultura.
“Nada que, de fora, entra na pessoa pode torná-la impura. O que sai da pessoa é que a torna impura” (Mc 7,15). “Felizes os puros de coração” (Mt 5,8).
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