Certa vez, uma rainha foi visitar uma fábrica de papel que havia no reino. O proprietário a conduzia pelo interior da fábrica.
Quando entraram em um recinto cheio de grandes fardos de trapos, imundos e de aparência horrível, a rainha perguntou para que aquilo. O dono respondeu: “Destes trapos faremos o nosso melhor papel”.
Dias depois, a rainha recebeu no palácio aquele senhor, que lhe entregou um pacote de papel finíssimo, feito com aqueles trapos que ela viu, e com a foto dela em marca d’água.
O trabalho transforma o imundo em limpo e bonito. Mas devemos colocar o trabalhador em primeiro lugar.
Mesmo que nós sejamos como trapos, temos certeza que, se formos fiéis a Deus, um dia seremos como aquele papel que a rainha ganhou. A marca d’água não será nossa, mas a figura de Cristo impressa em nós.
Maria Santíssima foi marcada por Deus desde a concepção. Nós, infelizmente, nascemos longe de Deus. Mas, no Batismo, fomos também marcados, com a marca indelével de cristãos. Que não molhemos esse papel.
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