Certa vez, um senhor sofreu um grave acidente de trânsito e desmaiou. Horas depois, acordou na UTI de um hospital. Vendo a movimentação de médicos e enfermeiras, percebeu que seu estado era gravíssimo.
O sofrimento aumentou quando lhe contaram que o seu grande amigo, que dirigia o carro, havia falecido. Ele não tinha forças nem para lutar pela própria recuperação. Sentia-se a pessoa mais sofredora do mundo.
Foi quando entrou na UTI um rapaz muito jovem, usando roupas de médico, e lhe disse:
- Bom dia! O senhor é um homem de muita sorte. O maior especialista nesta área está aqui no hospital e o senhor será operado por ele.
Ao ouvir essas palavras, o doente encheu-se de esperança e começou a acreditar na própria recuperação. Respirou fundo e foi levado para a sala de cirurgia.
Depois que acordou da anestesia, a primeira coisa que fez foi perguntar pelo médico que o operou, pois queria agradecer-lhe. A enfermeira foi chamá-lo e, para surpresa sua, apareceu o mesmo jovem médico que havia conversado com ele.
- Onde está o médico que me operou? Perguntou o doente.
- O senhor está diante dele, disse o rapaz, sorrindo. O senhor estava muito fragilizado, e eu queria que se sentisse seguro e confiante. Se lhe tivesse dito que o cirurgião seria eu, o senhor não ficaria tão confiante, o que foi fundamental para o sucesso da cirurgia.
“Ainda que um exército inteiro se levante contra mim, eu nada temerei, porque o Senhor está comigo” (Sl 27,3). “Eu estarei convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20). Cada um de nós, se olhar para trás, perceberá a presença desse grande médico ao nosso lado, nas horas difíceis que enfrentamos, fazendo a diferença.
(Fonte: Prof. Felipe Aquino)
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