Por Eduardo Gois Em Igreja Atualizada em 02 ABR 2019 - 15H35

Amoris laetitia ajuda a sua família e você nem sabe

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A Exortação Apostólica Amoris laetitia completa, neste dia 3 de abril, três anos. O que ela nos apresenta, nos ensina e em que contribui para a Igreja? Você arrisca um palpite?

Primeiro a própria expressão: Amoris Laetitia – que se pronuncia "Amores Letícia" – popularmente pode não ser tão fácil de se compreender à primeira vista, mas ela pode revelar já de cara um ensinamento, pois carrega no significado “a alegria do amor”.

O nome foi escolhido especialmente pelo Santo Padre, o Papa Francisco, logo após o Sínodo dos Bispos sobre a Família, em 2016, tendo ouvido o episcopado do mundo inteiro, e também a partir de todo o magistério anterior, especialmente a exortação Familiaris consortio (1981), de São João Paulo II. No Capítulo 8, a exortação convida a “acompanhar, discernir e integrar a fragilidade” das nossas famílias.

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Mas ele exemplifica e afirma também que o Papa Francisco ensina que o padre não pode ter a pretensão de substituir a consciência do casal. “A missão do padre é formar essa consciência, ensinando-lhes integralmente a doutrina católica sobre o matrimônio, ajudando-os a reconhecer a gravidades e a encontrar a melhor forma possível de integrar o casal na vida da Igreja”.

Desse modo a exortação mostra que a Igreja não quer mudar a doutrina, mas ampliar o modo como a compreende. Também há que se considerar que, segundo o Papa Francisco, a exortação também trouxe:




Diálogo ou a práxis pastoral;

Oferece coragem, estímulo e ajuda às famílias na sua doação e nas suas dificuldades;

Cuida com amor da vida das famílias, porque elas não são um problema; são sobretudo uma oportunidade.

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