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18ª Romaria do Terço dos Homens

Por Redação A12 Em Igreja

Bispos da Bélgica contestam lei que aprova eutanásia infantil

Os Bispos da Bélgica expressaram “profunda decepção” pela aprovação da lei que extende o direito da eutanásia a menores de idade e lamentaram a adoção de uma norma que muitos especialistas consideram que é “desnecessária e tem muitos defeitos”. A Bélgica é o segundo país que inclui a prática da eutanásia para crianças. A Holanda já havia aprovado a mesma lei, mas com requisito de idade fixado entre 12 e 18 anos, dependendo do caso. O Parlamento belga acrescentou à lei não estabelecendo uma idade de referência.

Foto: reprodução. 

Arcebispo de Bruxelas, Bélgica, André Joseph. 

“O direito da criança a pedir a sua própria morte supõe ir muito longe. Trata-se da transgressão da proibição de matar, que constitui a base da nossa sociedade humana”, advertiram os bispos em nota. 

Para o episcopado belga, o temor é de que "esta nova lei abra a porta a uma futura ampliação às pessoas com deficiências, às pessoas com demência, aos doentes mentais ou àqueles que estão cansados de viver”.

O Congresso dos Deputados aprovou o projeto com 86 votos a favor, 44 contra e 12 abstenções. Com a nova lei, os menores com doenças incuráveis poderão aceder a essa prática, sempre que cumpram com alguns requisitos, com ênfase na capacidade de discernimento.

O Parlamento belga recebeu críticas severas do primeiro Congresso Internacional de Cidadãos Paliativos Pediátricos que aconteceu na semana passada, e destacou em sua declaração final uma “chamada urgente ao Governo belga para que reconsidere a sua decisão”. De acordo com os especialistas os menores em estado terminal devem ter acesso aos meios adequados para controlar a dor e os sintomas, bem como aos cuidados paliativos de alta qualidade. "Acreditamos que a eutanásia não é parte da terapia paliativa pediátrica e não é uma alternativa", destacaram.

Para os bispos, “é necessário instaurar aquilo que faz falta para combater ao máximo a dor e o sofrimento e para que todos aqueles –profissionais e voluntários– que acompanham às pessoas doentes e que sofrem, sejam apoiados da melhor maneira possível”.

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