Por Redação A12 Em Igreja

Monumento à Santa Paulina será erguido na terra de seu primeiro milagre

O edital para a construção de um monumento à Santa Paulina foi lançado em Imbituba (SC), cidade conhecida como terra do primeiro milagre da santa.

Foto de: Andrieli Minatti

Comitiva em frente a Prefeitura de Imbituba

Comitiva prepara construção de monumento à Santa Paulina.

Após anos de espera, os devotos finalmente começam a ver a homenagem se realizar. Com previsão de término para três anos, o monumento vai ser construído no alto do Morro Mirim e vai medir 46,5 metros de altura, podendo ser visto em um raio de 15 quilômetros.

Além da estátua de Santa Paulina, haverá também no local, murais que vão contar a história da Santa e sua ligação com a cidade, traduzida em quatro idiomas distintos. Um mirante com vista panorâmica de toda a cidade, também vai fazer parte do monumento que vai contar com um espaço de quatro mil metros quadrados de área.

Na quarta-feira (08), uma comitiva formada por representantes do Santuário Santa Paulina e outras autoridades reuniu-se para lançar o edital e conhecer os principais pontos turísticos e religiosos da cidade.

O grupo composto por autoridades da Prefeitura Municipal de Nova Trento, de Brusque e representantes do Grupo de Trabalho (GT), de Turismo Religioso de Santa Catarina contou também com a presença da diretora e do reitor do Santuário Santa Paulina, Ir. Anna Tomelin e Pe. André Borges da Silva.

Foto de: Andrieli Minatti

Ir. Anna Tomelin em discurso na cerimônia de lançamento do edital do monumento.

Ir. Anna Tomelin em discurso na cerimônia de lançamento do
edital do monumento.

Na oportunidade Ir. Anna Tomelin, diretora do Santuário Santa Paulina, salientou seu desejo de que o monumento seja “um convite à conversão e que fortaleça a fé e os laços espirituais das pessoas, a exemplo de Santa Paulina”.

Imbituba – A cidade de Imbituba está localizada na região sul do estado de Santa Catarina, a 90 km da capital Florianópolis e já é conhecida como a terra do primeiro milagre, desde 1966 quando a cidade ganhou destaque com a comprovação da cura de Eluíza Rosa de Souza. A miraculada como é conhecida atualmente, possuía uma doença complexa: a morte intrauterina do feto e sua retenção por alguns meses. Eluíza que é prova viva ainda hoje do milagre, passou pela extração útero tendo hemorragia e choque irreversível. O caso foi discutido e, posteriormente, o Papa João Paulo II, ratificou em decreto aprovando as conclusões da Congregação para as Causas dos Santos, beatificando Santa Paulina.

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