Um momento de ação de graças encerrou as atividades da Tenda Casa Comum, em Roma, nesta sexta-feira (25).
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A Igreja de Santa Maria em Traspontina, localizada na Via della Conciliazione, a poucos metros do Vaticano, acolheu desde o início do Sínodo da Pan-Amazônia diversos destes eventos, que evidenciaram tradições indígenas da Amazônia, comunidades ribeirinhas e povos tradicionais com referências cristãs.
A auditora do Sínodo, Irmã Arizete Miranda Dinelly, religiosa da Congregação de Nossa Senhora Cônegas de Santo Agostinho, membro da Equipe Itinerante da REPAM e da União Internacional das Superiores Gerais (UISG), participou do momento de encerramento.
“Vivendo o Sínodo, como um processo dentro da Igreja, encontramos muitas pessoas que também vivem essa busca, acreditando que Deus convoca a repensar a nossa presença no mundo, a partir do tema da Ecologia Integral”, afirmou.
Irmã Arizete reforçou a importância de lutar pelas causas dos povos tradicionais e pela preservação da Casa Comum.
“Nós, como mulheres, participamos dando nossa palavra, convidando que a Igreja valorize e reconheça a participação. Esperamos também que nos momentos de decisão a mulher esteja presente”, concluiu.
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