Por Redação A12 Em Evangelhos Atualizada em 25 OUT 2018 - 12H18

Evangelho em Libras | 30º Domingo do Tempo Comum – Ano B


Reflexão: Padre  Marcelo Magalhães - C.Ss.R
Intérprete: Kiara Maria Socuta Quintanilha

Naquele tempo, Jesus saiu de Jericó, junto com seus discípulos e uma grande multidão. O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho.
Quando ouviu dizer que Jesus, o nazareno, estava passando, começou a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!”
Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava mais ainda: “filho de Davi, tem piedade de mim!”
Então Jesus parou e disse: “Chamai-o”. Eles o chamaram e disseram: “Coragem, levanta-te, Jesus te chama!”
O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. Então Jesus lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?”
O cego respondeu: “Mestre, que eu veja!” Jesus disse: “Vai, a tua fé te curou”.
No mesmo instante, ele recuperou a vista e seguia Jesus pelo caminho.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós Senhor.

Reflexão
O Evangelho mostra a ação de Jesus em favor da libertação da vida. Nenhuma vida pode acontecer pela metade. O desejo de Jesus é que a vida seja plena para todas as pessoas. Jesus tem compaixão das pessoas e as liberta de todo sofrimento. Vemos no Evangelho uma grande multidão seguindo Jesus, quando ele sai da cidade de Jericó. Mas nos perguntamos: será que essa multidão que o segue realmente está aprendendo dele os gestos de amor, que devem oferecer em favor da vida? Ao ouvir Jesus, aquela multidão também está com o coração aberto para ouvir as dores e os sofrimentos das pessoas, que clamam por gestos de solidariedade e amor que lhes devolva esperança?
Em seu caminho missionário, Jesus se encontra com o cego Bartimeu, que estava sentado à beira da estrada. O cego, ao saber que Jesus estava passando, começou a gritar, pedindo piedade e misericórdia para a sua vida. Quantas vezes, à beira do caminho, ele havia gritado pedindo ajuda e compaixão, mas quantos que por ali passaram fingiram não ouvir seu grito para não se envolver com o sofrimento, não querendo se comprometer. Muitos da multidão, que caminhavam com Jesus, começam a repreender o cego para que ele parasse de gritar.
Mas Jesus o escutou, e pediu que o trouxessem para perto dele. A compaixão em Jesus é amor que move, porque comove. E, ao se aproximar de Jesus, o cego pediu: “Senhor, que eu veja!”, e Jesus disse: “a tua fé te curou”. Assim, Jesus com seus gestos de amor vai trazendo libertação para a vida.
Por isso, libertar a vida, enxergar a vida e oferecer amor é missão de todos que seguem o Senhor. Agora nos perguntamos: nós, que ouvimos o Evangelho e guardamos no coração a palavra de Jesus, será que estamos realmente escutando as pessoas que clamam, gritam pela nossa ajuda e atenção, ou será que nossa indiferença tem feito calar a voz dos que sofrem?

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