“Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: ‘Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo’. Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém”. (Mt 2, 1-3)
No primeiro domingo de 2024, a Igreja Católica celebra a Solenidade da Epifania do Senhor, manifestação do Amor de Deus a todas as nações e mostra-nos os magos, representantes dos povos pagãos, que vão até Jesus, atraídos pela fé.
Leia MaisConheça a bênção da Epifania para as famílias e casasO Menino do presépio é uma luz que se acende na noite do mundo e atrai para si todos os povos da terra. Essa luz encarnou na nossa história e no nosso mundo, iluminou os caminhos dos homens, conduziu-os ao encontro da salvação e da vida definitiva. O episódio da visita dos magos ao Menino de Belém, narrado no Evangelho de Mateus, é um episódio de grande beleza, que rapidamente se tornou muito popular entre os cristãos.
Baltazar, Melchior e Gaspar e oferecem presentes ao menino: Ouro, Incenso e Mirra. O ouro representa a realeza do Menino, pois veio para ser Rei de todos os povos; o incenso representa a humanidade; e a Mirra era um óleo muito fino entre os judeus, utilizado para passar nos mortos. Os magos ofereceram a Jesus aquilo que eles tinham de mais precioso, ofereçamos ao Senhor também aquilo que temos de mais precioso.
São Mateus aproveita para apresentar uma catequese sobre as atitudes de cada um diante de Deus. Já no seu nascimento o Povo de Israel rejeita Jesus, enquanto os pagãos o reverenciam (os magos do oriente). Herodes e todo o povo de Jerusalém, mesmo conhecendo as Escrituras, preocupados com a manutenção do poder vigente, ficam perturbados. Ao invés de alegrarem-se com a notícia do nascimento do menino, arquitetam a sua morte.

O que aprendemos na Solenidade da Epifania do Senhor?
Jesus não veio para salvar alguns ou muitos, mas veio para todos, pois assim todos terão a chance de salvação nele. Não somos privilegiados no amor a Cristo; todos são revestidos de sua graça amorosa e misericordiosa.
Nossa fé não é em vão, numa teoria ou filosofia, por mais importantes que sejam. Nossa fé é na Pessoa de Cristo. A Igreja precisa ser uma realidade de portas escancaradas, e que esteja bem situada no alto do monte para que todos possam vê-la, e irem ao seu encontro, como os magos foram a Belém. Hoje não oferecemos mais ao Senhor Ouro, Incenso e Mirra, mas oferecemos a Ele o dom da nossa vida e de nossa família.
O Evangelho diz que os magos mudaram o rumo e voltaram para suas terras por outro caminho. Mudar o caminho significa converter-se. Conversão é o apelo forte da celebração da Epifania.
.:: Padre Inácio Medeiros, C.Ss.R., no YouTube do Aparecida ao Vivo, reflete o Evangelho deste domingo da Epifania do Senhor
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