A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reafirmando seu compromisso de acolhimento e escuta, convida a Igreja no Brasil a unir-se em solidariedade às pessoas em situação de pobreza durante a VIII Jornada Mundial dos Pobres (JMP). Por meio de sua Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora, a CNBB apresenta a identidade visual desta importante iniciativa, que ocorrerá de 10 a 17 de novembro de 2024.
Instituído pelo Papa Francisco em 2016, o Dia Mundial dos Pobres é celebrado no 33º Domingo do Tempo Comum para conscientizar sobre a pobreza e incentivar ações de solidariedade. No Brasil, a Igreja ampliou a iniciativa para a Jornada Mundial dos Pobres, que dura uma semana.
O período promove reflexão, conscientização e ações concretas em apoio aos mais vulneráveis, permitindo que comunidades e paróquias se envolvam em diversas atividades com pessoas em situação de pobreza.
Nesta oitava edição da Jornada dos Pobres, o tema “Ouve o meu clamor” e o lema “A oração do pobre eleva-se até Deus” (cf. Sir 21, 5) nos chamam a seguir o apelo do Papa Francisco: “abrir nossos corações à oração e à solidariedade com os mais necessitados”. Que esta jornada nos una em encontros, convivência, escuta e cuidado, para que possamos caminhar juntos, como irmãos e irmãs, construindo um mundo mais justo e fraterno para todos.
A equipe preparou diversos materiais que vão auxiliar as paróquias e comunidades a se preparem para vivenciar Jornada Mundial dos Pobres, como os subsídios celebrativo e orante, atividades e de comunicação.
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A arte da VIII Jornada Mundial dos Pobres é simbolicamente rica, destacando compaixão, solidariedade e justiça social. Cada elemento visual representa os desafios dos empobrecidos e inspira ações concretas. Esses símbolos convidam à reflexão sobre a pobreza e nos motivam a agir por um mundo mais justo e solidário, onde o clamor dos pobres seja ouvido e atendido:
A Comunidade eclesial destaca a união e solidariedade na Igreja.
Mesa da refeição simboliza inclusão e partilha.
A cisterna representa a luta pelo acesso à água.
A feira da agricultura familiar promove segurança alimentar e desenvolvimento local.
Iniciativas emergenciais mostram solidariedade em ação, construindo uma rede de apoio e cuidado que promove a dignidade de cada indivíduo e fortalece os laços comunitários.
O encontro de gerações simboliza a conexão e aprendizado mútuo.
A Sagrada Família em busca de refúgio reflete a vulnerabilidade dos migrantes.
Povos Indígenas e comunidades tradicionais representam a harmonia com a natureza e a luta por direitos.
Fonte: CNBB
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