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"Felicidade pode ser aprendida", diz autora

Maria Tereza Maldonado fala sobre fé, resiliência e bem-estar em seu livro “Construindo a Felicidade”, publicado pela Editora Ideias & Letras

Escrito por Beatriz Nery

19 FEV 2026 - 15H05

Clement C/peopleimages.com/Adobe Stock

A construção da felicidade é tema central do novo livro da escritora e psicóloga Maria Tereza Maldonado. Para escrever a obra, publicada pela Editora ideias & Letras, ela entrevistou 190 pessoas, de 12 a 96 anos, em mais de 20 cidades brasileiras. Também analisou pesquisas nacionais e internacionais sobre bem-estar.

O resultado é um livro com base científica, sustentado por estudos da psicologia, e acessível a diferentes perfis de leitores. A proposta é provar que a felicidade pode ser desenvolvida ao longo da vida.

Em entrevista ao A12, a autora fala sobre os desafios atuais e aponta caminhos possíveis, inclusive para quem atravessa períodos difíceis.

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A12: O que mudou na construção da felicidade desde que a senhora escreveu o livro?

Maria Tereza Maldonado: Continuo acompanhando os estudos sobre a construção da felicidade desde a época em que fiz a pesquisa para o livro. Nada substancial mudou a respeito das principais conclusões: a noção de que a felicidade não é ausência de problemas, é fortalecer a resiliência, a fé e a esperança para enfrentar os desafios que a vida nos apresenta, e cultivar relacionamentos significativos com as pessoas da família, com amigos, colegas de trabalho e comunidade das quais fazemos parte. E "saborear os bons momentos" presentes em cada dia, com a prática da gratidão e da valorização das pequenas coisas do cotidiano. Além disso, perceber que todos nós vivemos dias mais fáceis e dias mais difíceis, buscando ampliar nosso autoconhecimento e a harmonia nos relacionamentos.

O que mudou é a percepção do mundo marcado por incerteza, instabilidade, insegurança e imprevisibilidade, especialmente a partir da pandemia, que foi vivida como um trauma coletivo. Os desafios de construir uma base interior de serenidade e bem-estar, mesmo em épocas turbulentas, aumentaram.

A12: Por que as pessoas deveriam adquirir o seu livro?

MTM: Além da pesquisa, um grande número de estudos sobre a construção da felicidade e do bem-estar, conversei com quase duzentas pessoas, entre 12 e 97 anos, de mais de 20 cidades em todas as regiões do país. E recebo comentários muito interessantes de leitores, que me fazem cada vez mais acreditar que a leitura desse livro pode contribuir para motivar as pessoas a investirem ativamente na construção da felicidade e do bem-estar no dia-a-dia por meio de ações simples. E, além disso, contribuir para o bem-estar de outras pessoas com as quais convivem.

add_box  A felicidade se aprende?

Edu Lissovsky Edu Lissovsky


A12: Há um recado especial para quem não vê saída para ser feliz?

MTM: Há momentos em que passamos por situações tão difíceis que sentimos dificuldade de encontrar forças para superar os problemas. Nesses momentos, conversar com pessoas que passaram ou estão passando por situações semelhantes contribui para encontrar recursos para enfrentar o desafio. Fortalecer a fé e a esperança, rever situações passadas de dificuldades que foram superadas são formas de mudar a visão sobre o problema atual.

Na pandemia, colaborei com a coordenação de dezenas de rodas de conversa on-line, abertas a pessoas que estavam sofrendo especialmente com ansiedade e depressão. Foi emocionante perceber quantas pessoas conseguiram ampliar seus recursos de enfrentamento das dificuldades e construir novos caminhos de vida após muitas perdas e intenso sofrimento. Encontrar a saída pode ser difícil, mas não é impossível.

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