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Papa anuncia novas nomeações de Bispos brasileiros

Escrito por Redação A12

01 DEZ 2025 - 09H33 (Atualizada em 02 DEZ 2025 - 16H15)

Reprodução/ Adobe Stock: Godong Photo

Papa Leão XIV nomeou quatro novos Bispos para a Arquidiocese de São Paulo, no dia 26 de novembro. As nomeações foram: Monsenhor Márcio Antonio Vidal Negreiros e Monsenhor Celso Alexandre, atendendo ao pedido do cardeal Odilo Scherer como reforços importantes para a missão de evangelizar na maior arquidiocese do país.  

O Santo Padre também fez nomeações para a Arquidiocese de Fortaleza (CE), do monsenhor Jânison de Sá Santos e do Padre Antonio Carlos do Nascimentopara acolher a solicitação de Dom Gregório Paixão, trazendo um importante reforço para a Igreja no Ceará, no último sábado, 29 de novembro.

A CNBB enviou sua saudação, reconhecendo a caminhada dos novos Bispos e destacou a vivência missionária dos Bispos de São Paulo: Monsenhor Márcio, que tem raízes na vida agostiniana, e referenciou o olhar pastoral do Monsenhor Celso, que tem ênfase no contato direto com comunidades do interior. Reconheceu também a trajetória dos novos bispos de Fortaleza e destacou a sólida experiência catequética do Monsenhor Jânison, e a competência pastoral do Padre Antônio Carlos.

“A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) parabeniza, com alegria e gratidão a Deus, e invocamos sobre os dois o amparo materno de Nossa Senhora Aparecida e a luz do Espírito Santo, para que continuem firmes na missão de anunciar a esperança, promover a comunhão e servir com alegria o Povo de Deus”, afirmou a CNBB em seu site.

Nomeações da Arquidiocese de São Paulo:

Monsenhor Márcio Antonio Vidal Negreiros 

Reproduçã/CNBB Reproduçã/CNBB À esquerda, o Bispo Márcio Antonio Vidal Negreiros; à direita, Bispo Celso Alexandre


Nascido em Dois Córregos (SP) no ano de 1967, Márcio começou cedo sua vida agostiniana. Estudou Filosofia na PUC Minas e Teologia em São Paulo, fazendo os votos definitivos na Ordem de Santo Agostinho em 1993, sendo ordenado presbítero no ano seguinte.

Márcio Antônio também atuou como promotor vocacional, foi formador em diferentes funções, mestre de noviços no Brasil e no Peru. Além disso, foi vice-presidente da Sociedade Inteligência e Coração (SIC), secretário da FABRA e membro da Comissão Internacional de Formação Inicial.

No trabalho pastoral, esteve presente em comunidades de Bragança Paulista, Belo Horizonte, São Bernardo do Campo e Lima (Peru). Em 2023, atuou como capelão hospitalar em Belo Horizonte. Em 2024, retornou a Bragança Paulista como vigário paroquial de Nossa Senhora Aparecida.

Trabalhou em outros países como responsável pela Área de Formação da OALA (Agostinianos da América Latina e Caribe). Até ser chamado ao episcopado, quando era secretário-geral da OALA.

Monsenhor Celso Alexandre

Monsenhor Celso Alexandre nasceu em Chavantes (SP), em 1969. Construiu sua trajetória nas dioceses de Lins e Ourinhos durante vinte anos. Iniciou sua formação em 1991, no Seminário Arquidiocesano de São José, em Botucatu; cursou Filosofia em Marília e concluiu Teologia no Instituto Teológico Pio XI, em São Paulo, em 1998.

Foi ordenado presbítero na Diocese de Lins em 6 de fevereiro de 1999. Desde então, esteve à frente de diversas comunidades. Serviu como pároco em Avanhandava e Penápolis, e mais tarde em Ourinhos e em sua cidade natal, Chavantes, onde permaneceu por 11 anos à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.

Entre 2014 e 2021, assumiu a Catedral Senhor Bom Jesus, em Ourinhos, voltando a conduzi-la novamente em 2022 e permanecendo até 2025. Também pastoreou a Paróquia São Sebastião, em Piraju, entre 2021 e 2022.

Trabalhou por cerca de dez anos como diretor espiritual no Seminário Maior Diocesano São José. Atualmente integra o Conselho de Presbíteros e o Colégio de Consultores da diocese.

A missão do agora bispo foi além da vida paroquial: Celso dedicou quase uma década à formação de futuros sacerdotes e coordenou por dez anos a pastoral diocesana.

Ao longo de sua caminhada, o bispo acumulou funções que revelam seu perfil de pastor próximo e disponível ao povo: foi vigário forâneo, assessor de Liturgia e acompanhou movimentos e serviços da Igreja, como a Renovação Carismática Católica, o Cursilho de Cristandade e as Equipes de Nossa Senhora.

Nomeações da Arquidiocese de Fortaleza (CE):

Reprodução/CNBB Reprodução/CNBB À esquerda, o Bispo Jânison de Sá Santos e à esquerda, Bispo Jânison,

Monsenhor Jânison de Sá Santos

Padre Jânison de Sá é natural de Propriá (SE), nasceu no dia 8 de dezembro de 1969. Seu contato com escolas de viés religioso começou cedo, no ensino fundamental e médio, no Colégio Diocesano de Propriá. Iniciou os estudos em Filosofia na Escola Teológica do Mosteiro de São Bento, em Olinda (PE), em 1991. Cursou Teologia em Belo Horizonte e concluiu o bacharelado na Pontifícia Universidade São Tomás, em Roma, no ano de 1995.

Possui mestrado (1998) e doutorado (2011) em Teologia, com concentração em Catequética, pela Universidade Pontifícia Salesiana de Roma, além de pós-doutorado na PUC-Rio (2019).

Padre Jânison foi ordenado presbítero em 18 de agosto de 1995, na Diocese de Propriá. Atuou como pároco em Japaratuba (1999–2003) e, nesse período, exerceu funções de coordenação diocesana e regional de Pastoral e Catequese, além de servir como ecônomo do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. Na CNBB, foi assessor da Comissão Bíblico-Catequética (2003–2007 e 2019–2023), integrou o grupo de reflexão Bíblico-Catequética, foi especialista em catequese no Celam (2011–2019) e assessor do Regional NE 3 (2011–2017).

Foi reitor do Seminário Maior de Aracaju entre 2011 e 2018, lecionou na PUC Goiás e na Faculdade do Planalto Central, ministrando disciplinas de Teologia Catequética, Missiologia e Pastoral.

Atuou na Pastoral Carcerária de Sergipe, na coordenação pastoral da Arquidiocese de Aracaju e no Conselho Presbiteral de Propriá. Em 2016, colaborou na revisão do Diretório Geral para a Catequese, a convite do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização. Foi pároco em Cedro de São João (2019), conselheiro das Equipes de Nossa Senhora (2003–2025) e professor na Faculdade de Teologia de Brasília (2023).

Autor e colaborador de artigos e livros, assessorou dioceses e regionais em temas catequéticos e participou da organização de obras de referência na área. Atualmente, é subsecretário adjunto de Pastoral da CNBB, presidente da Sociedade Brasileira de Catequetas e membro de organismos nacionais e latino-americanos dedicados à evangelização e ao processo sinodal.

Padre Antonio Carlos do Nascimento

O Padre Antonio Carlos do Nascimento nasceu no dia 22 de novembro de 1972 e é natural de Fortaleza (CE). É graduado em Teologia pelo Instituto Teológico e Pastoral do Ceará (ITEP) e em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Possui mestrado em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana.

Iniciou no Seminário Menor Dom Aloísio Lorscheider, em Fortaleza, em 1995. No ano seguinte, ingressou no Seminário Maior do Regional Nordeste I, onde cursou Filosofia por dois anos. Residiu no Seminário São José entre 1999 e 2002, período em que cursou Teologia.

Foi ordenado diácono em 20 de dezembro de 2002 e presbítero em 22 de dezembro de 2003, ambas as celebrações realizadas na Catedral Metropolitana de Fortaleza.

Exerceu os seguintes ministérios e ofícios: Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em Messejana (2003–2004); Auditor do Tribunal Eclesiástico Regional de Apelação (2003–2005); Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (2005–2016); Pároco da Paróquia São Pio X, no bairro Pan-Americano, em Fortaleza (2016–2025).

    Até sua nomeação episcopal, desempenhava as funções de Vigário Judicial e Presidente do Tribunal Eclesiástico Regional e de Apelação do Ceará (desde 2015), Professor de Direito Canônico na Faculdade Católica de Fortaleza (desde 2010), membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores, Assessor Canônico dos bispos do Regional Nordeste, além de ser Vigário Paroquial da Paróquia Mãe Santíssima, no Parque Dois Irmãos, em Fortaleza.

    Quais as diferenças nos títulos que a Igreja atribui aos bispos?

    Fonte: CNBB

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