O Papa Francisco se encontrou em audiência na última segunda-feira (11) com cerca de 40 colaboradores da Fábrica de São Pedro, responsáveis pela administração da Basílica Vaticana.
Em discurso, o Santo Padre agradeceu o trabalho realizado com “diligência e criatividade” em benefício da Basílica de São Pedro, que também é um presente a todos cuidar dela, “tanto em sentido espiritual quanto material, mesmo por meio das tecnologias mais recentes”.
A Basílica de São Pedro deve ser, sempre e para todos os visitantes, “um lugar vivo de fé e de história, morada hospitaleira, templo de encontro com Deus e com os irmãos que vêm a Roma de todas as partes do mundo”. Por isso, o Pontífice reforça esse comportamento:
“Todos, realmente todos, devem se sentir bem-vindos nesta grande casa: quem tem fé e quem busca a fé; aqueles que vêm para contemplar a beleza e os muitos tesouros artísticos de Roma e quem deseja decifrar seus códigos culturais.”
Assim como todos chegam à Basílica para se direcionar ao seu “núcleo original”, que é o túmulo do Apóstolo Pedro, os projetos da Fábrica de São Pedro devem ter o mesmo propósito de “acompanhar os homens e as mulheres de hoje; apoiar o caminho deles como discípulos” orientados por três critérios “corporais e espirituais”, explicou o Papa, para ordenar “de forma inteligente” o trabalho, por meio da escuta da oração, o olhar de fé e o toque do peregrino:
“Por favor, que haja sempre confessores à disposição. As pessoas vão, ouvem alguma coisa, até os não cristãos se aproximam para pedir uma bênção, alguma coisa… Há neste mundo tão artístico e bonito, também a arte da comunicação pessoal… E, por favor, digam aos confessores de perdoar tudo, tudo, tudo! Tudo deve ser perdoado! O Senhor quer isso e não fazer discursos: 'não, você deve… '. Não, nada de “você deve”. Eu o perdoo e siga em frente, o Senhor… Perdoar, não tanto pregar ali, algumas palavras devem ser ditas, mas perdoe. Que ninguém seja mandado embora. E mesmo aqueles que não são cristãos — os confessores me dizem que muitas vezes são pessoas muçulmanas ou de outras religiões que se aproximam para pedir uma bênção. Sempre deem as bênçãos a todos e, àqueles que querem se confessar, perdoem todos, todos, todos!”
Com esse viés ecumênico, o Santo Padre recebeu pela primeira vez, no Vaticano, membros do Santo Sínodo da Igreja Siro-Malankar Mar Thoma, herdeira das tradições siríacas dos cristãos de São Tomé e da reformada.
A Igreja Mar Thoma tem uma vocação ecumênica e se envolveu desde cedo no movimento ecumênico, estabelecendo muitos e vários contatos bilaterais com cristãos de diferentes tradições.
“Este é certamente um dia de alegria na longa história das nossas Igrejas”, disse Francisco no início de seu discurso. “Devemos caminhar juntos, rezar juntos e trabalhar juntos. Espero que um dia se possa celebrar um Sínodo ecumênico sobre a evangelização, todos juntos”.
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Fonte: Vatican News
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