Sinodalidade

A voz e a presença da mulher na Igreja sinodal

Escrito por Laís Silva

29 JAN 2026 - 18H00 (Atualizada em 17 ABR 2026 - 11H06)

Reprodução

O saudoso Papa Francisco convocou os cristãos católicos a percorrerem um caminho sinodal e o Sínodo da Sinodalidade, para auxiliar a Igreja no mundo a percorrer esse caminho e criar ações efetivas para nos tornarmos uma Igreja Sinodal.

A palavra sinodalidade quer dizer caminhar lado a lado, mas, na prática, não é somente isso, é preciso uma conversão sinodal e compreender que cada leigo é chamado a exercer seu papel em sua comunidade, para juntos, leigos e clero, homens e mulheres, nos tornarmos a verdadeira Igreja de Cristo.

Francisco já havia falado sobre a necessidade de uma Igreja em saída no início de seu pontificado, quando publicou a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, em 2013, um passo importante para a sinodalidade. E, em 2022, na Constituição Apostólica Praedicate Evangelium falou sobre as necessidades da presença de leigos, leigas e mulheres consagradas nas tomadas de decisões da Igreja.

O Sínodo ficou marcado pela participação de mulheres que, pela primeira vez, tiveram direito à voz e ao voto. Esse foi um passo importante nesse caminho sinodal, mas é preciso que todos compreendam a necessidade de suas participações e sua corresponsabilidade como membros da Igreja.

Três mulheres, três histórias de desafios e vocação numa Igreja sinodal

Nesta reportagem vamos ouvir o depoimento de Maria Cristina da Silva, catequista na Diocese de Guarulhos, que há 40 anos se dedica a esse ministério assumindo sua vocação na Igreja. Maria Cristina foi reconhecida com uma graça especial da Igreja ao ser instituída no Ministério do Leitor junto com outros três brasileiros em uma cerimônia no Vaticano, presidida pelo Papa Francisco.

Conheça ainda a história de outras duas mulheres que são exemplo de comprometimento: Irmã Silvana Soares, que é vice-reitora em uma universidade no interior de São Paulo, em Lorena, e vive grandes desafios na evangelização junto do ambiente educacional. Acompanhe também o testemunho de Irmã Laura Vicuña, que é membro do povo Kariri, religiosa franciscana e assume com profetismo a luta pela defesa dos povos indígenas de todo o Brasil. Elas falam sobre sua missão e como a proposta da sinodalidade as interpela.

A voz e a presença da mulher na Igreja sinodal


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