São muitos os milagres atribuídos a São Geraldo Majella, em sua curta, mas intensa vida dedicada à misericórdia em defesa dos mais humildes.
Já na infância, com o episódio do Pãozinho Branco, quando uma “criança” oferece um sanduíche branco ao pequenino Geraldo, podemos vislumbrar a santidade que marcará sua existência.
Logo após o episódio da Eucaristia, com a aparição do Arcanjo Miguel, temos o “Milagre do Poço”, onde a estátua do Menino Jesus atua como intermediária entre ele e o milagre do encontro das chaves perdidas num poço.
Muitos outros milagres aumentaram a fama e o entusiasmo dos fiéis em torno da figura do Missionário Redentorista, sempre voltado para a obediência cega e a humilde operosidade.
O procedimento canônico para a causa de beatificação de São Geraldo Majella é baseado nos milagres do santo. Os mesmos também estiveram na base da canonização do Santo Irmão Redentorista.
O Papa Leão XIII o declarou beato em 29 de janeiro de 1893. Ele foi mais tarde canonizado pelo Papa Pio X em 11 de dezembro de 1904.
O primeiro milagre para a beatificação
Ilustração do primeiro milagre atribuído ao Santo Irmão Redentorista
No dia 5 de setembro de 1849, a belga Anna Maria Teresa Deheneffe é esfaqueada por um bandido, perde muito sangue e fica à beira da morte.
Para não comprometer o ferido e pela pobreza, ela mesmo decide fazer um curativo, enfaixando o ferimento da melhor forma possível.
Embora não tenha sido atingida em parte vital, a falta de cuidados e medicamentos adequados causou um agravamento do ferimento. A dor tornou-se cada vez mais aguda e os sintomas de palidez, fraqueza e tosse seca levam a pensar que a dor passou de local para geral.
Essa situação durou mais de dois anos. Convencida a consultar um médico, em 18 de julho de 1852, Anna Maria Teresa passou por uma operação para remover a parte infectada do ferimento.
No entanto, o quadro clínico não melhorava, a febre aumentava e a jovem não conseguia mais se movimentar. Ela se dirigiu ao então Venerável Gerardo Majella, dedicando-lhe duas novenas com grande fé na eficácia de sua intervenção.
Na noite do nono dia da segunda novena, a doente vai para a cama com o mesmo sofrimento, mas depois de algum tempo consegue descansar em paz.
Na manhã seguinte, a ferida desapareceu e a dor também, não havendo vestígios de nenhuma cicatriz cirúrgica. O Dr. Pelagallo observou que essa cura ocorreu devido a forças superiores às leis naturais.
O segundo milagre
Enquanto rezava, o menino teve uma visão em sonho do Irmão Redentorista cuidando dele
No ano de 1856, o pequeno Lorenzo Riola, de dez anos, está no colégio Giannone, em Benevento, e de repente se sentiu mal.
Ele ficou pálido, sem apetite e sentia muita sede. As idas e vindas de um médico para outro e as diversas tentativas de tratamento não adiantam, a criança parecia estar no fim da vida.
Enquanto rezava devotamente ao Venerável Geraldo, o menino teve uma visão em sonho do Irmão Redentorista cuidando dele.
Ele logo começa a se recuperar até que a doença desaparece completamente. Todos os médicos consultados pela família Riola reconhecem que a doença nunca poderia ter sido revertida pela medicina da época.
O terceiro milagre
Imagem de São Geraldo foi colocada no curativo de Anna Maria Giancola
Em 1850, a operária Orsola Solito foi acometida por um tumor facial que nenhum tratamento conseguiu curar.
Com o passar dos dias, a dor se tornava cada vez mais intensa e resistente a qualquer alívio, tanto que o médico recomenda que ele lhe administre os sacramentos, pois seu fim está próximo.
Anna Maria Giancola, amiga de Orsola e muito devota do Venerável Gerardo Maiella, sugeriu que ela colocasse a imagem do pequeno frade no curativo do tumor.
Órsola concorda e a ação é executada. Na manhã seguinte, ela acorda completamente curada. O Dr. Maggiulli, um médico famoso da época, confirmou a recuperação perfeita por razões certamente devidas a uma intervenção superior.
O quarto milagre
"O Irmão Geraldo me concedeu esta graça", disse o médico curado
No ano de 1823, aos quarenta anos, Giuseppe Santorelli, médico de profissão, é repentinamente acometido por uma febre muito alta que o leva à beira da morte.
Ele é visitado por dois médicos, Dr. Andrea Cleffi e Dr. Lorenzo Ilaria, que lhe diagnosticam febre tifoide e toda cura se mostrava ineficaz.
No décimo nono dia de doença, a família está preparando tudo o que é necessário para a morte iminente.
Em certo momento, José se levanta, pega uma imagem impressa do Servo de Deus, Gerardo Majella, corta-a em pedaços e engole-a.
Chorando, ele conta que foi Gerardo quem lhe apareceu e ordenou que fizesse aquilo. Imediatamente após essa ação ser realizada, o doente é instantaneamente curado e grita: "O Irmão Geraldo me concedeu esta graça."
Grande é o espanto de todos. Os dois médicos presentes admitem que esta cura se deve somente à intervenção de São Geraldo Majella.
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Fonte: sangerardomaiella.it
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