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Servo de Deus João Eichelsbacher: alegria nas tarefas humildes

Missionário Redentorista está entre os exemplos de virtude e santidade mais conhecidos que floresceram na Congregação do Santíssimo Redentor no século XIX

Escrito por Redentoristas

16 JAN 2026 - 10H31 (Atualizada em 16 JAN 2026 - 20H03)

Instituto Histórico Redentorista

João Batista Eichelsbacher nasceu em 4 de maio de 1820, em Grossostheim, região da Baviera, de pais piedosos e honestos, desde os primeiros anos absorveu de sua mãe, que era muito temente a Deus, o alimento da piedade cristã.

Confiando em sua constante concentração, passou a infância num clima de docilidade, obediência e pureza. Embora tivesse um físico frágil e sofresse de surdez, com a ajuda de Deus alcançou uma constituição física saudável e forte; por isso, dedicou-se ao serviço mais intenso a Deus.

Certo de sua vocação ao sacerdócio, estudou teologia, obtendo bons resultados no seminário de Würzburg. Ele se igualava ou até mesmo superava seus companheiros em aplicação e estudo, alcançando os melhores resultados na vida de piedade e no exercício de renunciar à sua vontade própria e se humilhar.

Desejando ainda uma maior perfeição, em 1843 ingressou no instituto religioso fundado por Santo Afonso. No noviciado, destacou-se como um bom exemplo para todos, em todos os aspectos. Sua profissão religiosa aconteceu no dia 0e de fevereiro de 1844.

Tendo concluído com sucesso os estudos próprios do Instituto e recebido as ordens sacras, sendo ordenado sacerdote em 08 de março de 1845, dedicou-se com todas as suas forças à pregação da Palavra de Deus, para grande benefício da glória do Senhor e da salvação das almas.

Depois, com suas qualidades morais, conquistou a confiança dos superiores, que lhe confiaram a responsabilidade de Mestre de Noviços, realizando essa tarefa com humildade, caridade e sabedoria, alcançando dos noviços o respeito e admiração.

.:: As virtudes da vocação redentorista ::.

Convocação a uma nova missão

Chamado pelo Superior Geral em 1864, deixou sua terra natal, viajando para Roma a fim de ensinar aos alunos a língua grega, já que possuía formação completa e magistral em letras, tanto quanto em piedade, por isso os discípulos nele confiavam.

Após alguns anos nessa função, se tornou responsável pela correspondência alemã e, finalmente, foi eleito Conselheiro Geral, realizando suas tarefas com grande seriedade. Padre Eichelsbacher era extremamente obediente, não apenas nos assuntos mais delicados, como também em assuntos menos importantes.

Sendo dedicado a uma vida de oração contínua, estava sempre voltado para Deus. Muitas vezes era encontrado imóvel, absorto, alheio a tudo o que acontecia ao seu redor. Sempre celebrava a Santa Missa com devoção, permaneceu por muito tempo de joelhos, imóvel, para agradecer a Deus. Ele sempre ocupava o tempo com a oração, assim que as ocupações e preocupações deixassem.

Entre muitas virtudes que possuía, era também de uma humildade a toda prova, não querendo aparecer ou ser valorizado por nada. Para os seus contemporâneos ficou a lembrança de um homem santo que se alegrava em realizar as tarefas mais humildes.

Ele varria e limpava o chão, lavava os panos na cozinha, e gostava dessas tarefas bem mais do que se poderia imaginar. Ao amor à humildade, uniu também o da pobreza, que preferia como uma mãe, segundo as constituições e ensinamentos de Santo Afonso. Muito atento ao uso do tempo, passava suas horas livres em oração, em outras ações piedosas aprofundando letras profanas ou sagradas.

Padre Eichelsbacher era bastante sóbrio na comida e bebida, se abstendo de vinho, a ponto de o Superior Padre General frequentemente ter necessidade de intervir quase que obrigando que ele comesse de forma mais adequada.

Muitas vezes expressou sua ansiedade cada vez mais profunda pela pátria do céu, afirmando que somente deixaria de desejar se isso fosse proibido pelo seu diretor espiritual. Tendo obtido tal permissão, sua alma voou para o céu, no dia 8 de janeiro, 1889, deixando uma viva memória em todos os que admiravam as suas virtudes excepcionais.

.:: A profunda humildade de Santo Afonso ::.

Pe. Claudio Benedetti, C.Ss.R.

Fonte: Tradução livre: Pe. Inácio Medeiros, C.Ss.R.

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