Por Pe. Anísio Tavares Em Notícias

A Palavra nos ensina: Finados

Nós, cristãos, não celebramos a morte. Celebramos a vida que é transformada pelo amor misericordioso de Deus. A celebração de hoje nos leva a compreender o amor de Deus por nós. Somos seus filhos e filhas amados, criados segundo a sua imagem e semelhança. Foi por amor e para o amor que Ele nos deu o dom da vida. Viver bem e em plenitude é o desejo que o Criador tem para todos e cada um de nós.

Foto de: reprodução

Vela

Liturgia de Finados: celebração
de fé e de esperança.

A realidade da morte, no entanto, vem nos fazer olhar além do imediatismo do dia a dia para ver que o amor de Deus é ainda maior do que pensamos. Vida e morte são dois grandes mistérios que ultrapassam nossa compreensão. O nascimento e o falecimento nos levam a fazer as três perguntas: De onde viemos? Onde estamos? Para onde vamos? Pela fé, cremos que a primeira e a última questão tem uma única resposta. Nossa origem e nosso destino é o coração de Deus. Nele temos a plenitude da vida.

Onde estamos? Esta pergunta sim nos questiona e nos faz lembrar que a vida deve ser vivida com intensidade, pois temos uma origem e um fim sublimes. Aprendemos, pois, que a eternidade já começa aqui e agora! Cada um tem um tempo de vida. Não cabe a nós dizer que certa pessoa viveu muito ou viveu pouco. A vida não se mede pela quantidade dos anos, mas pela capacidade de amar, perdoar, doar...

Rezemos por nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida. Façamos memória agradecida por tudo de bom que eles significaram para nós. Assim, a dor da saudade vai cedendo lugar ao verdadeiro amor que nos faz ofertar a vida de cada um deles ao Senhor. Que o amor infinito de Deus nos conforte e nos dê força para vivemos na alegria do Evangelho, firmes na esperança da ressurreição.

Pe. Anísio Tavares, CSsR

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