Por Secretariado Vocacional Redentorista Em Notícias

Testemunho Vocacional: Pe. Werner

Foto de: arquivo pessoal

Pe.Werner

É sempre bom ouvir e partilhar sobre outras experiências, que não as nossas. Conversamos com o padre Werner, missionário redentorista com mais de 50 anos de vida religiosa. Ele tem muita coisa bacana para dividir com vocês, jovens! Confira o testemunho e aproveite para refletir sobre sua caminhada vocacional.

1- Com quantos anos entrou para o Seminário Redentorista?

Com 12 anos fui para o Seminário Redentorista Santo Afonso, em Aparecida (SP), em janeiro de 1951. Lá no Seminário Santo Afonso encontrei o meu irmão Rodolfo, que já estava lá havia dois anos. Nossa vocação, o desejo de ser padre, se deu quase que ao mesmo tempo, quando em Itaquera, bairro de São Paulo, brincávamos de celebrar missa. Nossos pais sempre nos apoiaram.

2- Como era o processo de formação naquela época?

 

Assim como do jardim bem cuidado a gente pode colher flores, assim, da família de vida cristã o Cristo pode escolher seus missionários.

A formação era bem diferente. Muito rigorosa e fechada. Dentro de casa reinava silêncio absoluto. Os próprios padres redentoristas ministravam as aulas de todas as matérias. Podíamos receber a visita dos pais, mas não os podíamos visitar. Apesar de tudo, éramos felizes e muito unidos com a boa educação que recebíamos dos padres e irmãos. Fazíamos caminhadas, praticávamos esportes, subíamos a Serra da Mantiqueira, comíamos de todos os alimentos, rezávamos muito. Fizesse sol, chuva, frio ou calor, chegar a ser padre redentorista era o meu desejo.

3- Como foi seu processo formativo?

 

 

Foto de: arquivo pessoal

Pe. Werner

Com o diploma do Grupo Escolar de quatro anos feitos, fiz no seminário menor o ginásio e colegial, assim chamados naquele tempo, somando-se sete anos.

Após o noviciado, ano de preparação para a consagração religiosa, na cidade de Pindamonhangaba (SP), já vestido de batina, fiz os estudos de filosofia e teologia em nossos seminários, na cidade de Tietê (SP) e em São Paulo na capital e, então, fui ordenado sacerdote. Era o ano de 1967.

4- Que trabalhos desenvolveu como missionário redentorista?

Depois de um ano de pastoral na periferia de São Paulo, comecei meus trabalhos apostólicos na Basílica de Aparecida, junto aos romeiros. Ao mesmo tempo, durante cinco anos, 1968 a 1973, como jornalista profissional, fui redator do “Almanaque Nossa Senhora Aparecida ou, “Ecos Marianos”.

 

Foto de: arquivo pessoal

Pe.Werner

Em 1974, entrei na equipe das Missões Populares. Minha primeira missão foi na cidade de Sacramento (MG), na comunidade rural de Mombuca. Só tenho que agradecer a Deus as pessoas boas e maravilhosas que encontrei. Nas missões urbanas me levantava às 4h30 da manhã para abrir a igreja e fazer a caminhada comunitária da penitência com o povo. É a cruz que faz o missionário e o povo viverem para a vida nova, que o Cristo apresenta: “...tome cada dia a sua cruz e me siga!”

Um grande orgulho eu tenho, é de, em 1966, ter podido desenhar para os redentoristas um logotipo de identificação. Marca Registrada, moderno, dinâmico e popular, que expressa a missão do redentorista.

Em 2013, completei 75 anos de idade, 52 de vida religiosa, 46 de sacerdócio e 525 missões realizadas, além dos 19 anos participando na Rádio Aparecida do programa “Missionários Redentoristas com Você”, posteriormente nomeado “Nossa Missão”.

Que Santo Afonso me alimente o carisma redentorista e Nossa Senhora me ajude a perseverar. Assim como do jardim bem cuidado a gente pode colher flores, assim, da família de vida cristã o Cristo pode escolher seus missionários.

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