Por desígnio de Deus, a Virgem Maria se tornou mãe de Jesus Cristo, nosso Redentor. Para a realização de tal missão, Maria recebeu graças singulares de Deus . Aos pés da Cruz, por desígnio de Jesus Cristo, Maria se torna nossa mãe na ordem da Graça . Essa maternidade espiritual pode ser entendida como maternidade eclesial. Num sentido espiritual Maria assume a humanidade como sua filiação; na figura do discípulo amado, como lemos no Evangelho de São João (18,25-27), Maria nos assume como seus filhos e filhas.
Na liturgia da Igreja, de modo particular no prefácio do formulário da Missa da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja (B), a maternidade espiritual de Maria é recordada ao dizer que “recebendo aos pés da Cruz o testamento da caridade divina, ela assumiu todos os seres humanos como filhos e filhas, gerados para a vida eterna pela morte de Cristo ”.
Como nossa Mãe, perfeita discípula e missionária do Reino , a Virgem Maria se torna para nós protótipo, figura e imagem da Igreja. A Virgem Maria é, de fato, aquilo que somos chamados a ser . Imitando, seguindo o mesmo caminho que ela seguiu, o caminho do discipulado, nós somos convocados a ser fiéis discípulos e missionários de Jesus Cristo , fazendo com que o Reino de Deus se expanda entre nós.
A maternidade eclesial de Maria é uma realidade na ordem da Graça, que nos alcança na ordem ontológica, em nossa realidade humana e concreta. Cristo, no ápice da concretização da nossa Redenção, a sua morte de cruz, nos dá Maria como mãe. A missão de Maria como nossa Mãe é a de levar a cada um de nós a fazer o que Jesus nos pede . Portanto, Maria, como Mãe, deve ser assumida por nós também como uma pedagoga, como alguém que nos instrui no caminho de Jesus Cristo.
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