O filhote de águia aprende a voar observando a mamãe-águia, que fica sobrevoando sobre os filhotes que estão aninhados. Ela sabe a hora certa de fazer isso. Eles se arriscam. Caem e tentam de novo e outra vez, até conseguir. A mamãe-águia não se cansa de voar sobre o ninho.
O que aprendemos com a atitude da águia a educar seus filhotes a voar?
Que devemos estar conectados com a vida, porque ela nos faz viver o presente, o único lugar da vida. Assim podemos viver conscientes, com lucidez, e amando os valores mais profundos da vida, como a fé e a esperança. Essa sabedoria todos podemos ter, basta querê-la e esforçar-nos um pouco mais em possuí-la.
A esperança nos leva a voar como a águia e a comportar-nos como adultos na fé. É desse modo que a vivência da ternura tão necessária diante da violência de nossos dias, a vida que nos toma em cada amanhecer e a gratuidade amorosa de Deus, nos faz criar asas e voar na alegria de crer e amar.
A esperança é presença mesmo que ela nos faça olhar para o horizonte. Diz-nos H. Mottu, que o ser humano “não tem esperança senão que vive na medida em que está aberto à esperança e é movido por ela”.
Perder a esperança é paralisar-se e a vida perde seu dinamismo. Esquecemo-nos de voar, de alçar voos mais altos. Perder a esperança é abraçar a morte. Viver a esperança é reconstituir-se interiormente e viver com dignidade filial. A esperança é tão forte, forte como a rocha, que retira o domínio da morte àqueles que não veem mais razão para viver.
Sabe o que já teria ocorrido no mundo se tivéssemos deixado de viver? O mundo teria desaparecido...
Assim, a esperança sempre nos convida a nos colocarmos a caminho, fazer nosso êxodo, nossa saída para a vida, para o voo necessário, para o horizonte que sempre desponta diante de nós.
Somos já capazes de compreender que a esperança não é algo do momento em nossa história, mas sim a grande força-motriz de nossa vida. É parte integrante, motivadora de nosso viver.
É enfrentar a existência com os mesmos sentimentos de Cristo, “enraizados e edificados nele” (Cl 2,6). É nele que se fundamentam nossa vida e nossa esperança: “Vim para que todos tenham a vida em abundância” (Jo 10,10).
Somos humanidade e seres inacabados, que precisamos ser refeitos todos os dias. A visão imediatista de nossos dias não nos deixa ver essa verdade da esperança. A esperança nos desperta da apatia, da morosidade e acomodação, e nos faz inquietos na busca, como a águia a ensinar seus filhotes a voar.
Sejamos, pois, exodais e não acomodados ou desejosos de uma fé que nos reveste de tranquilidade e nada mais. Viver a fé em Cristo é êxodo contínuo!
“Vós sois a luz do mundo” (Mt 5,14)
O texto convida os cristãos a serem luz no mundo por meio do testemunho de fé, do amor ao próximo e da vivência da Palavra de Deus, seguindo o exemplo de Cristo.
Luz: existe para iluminar
O texto usa a vela acesa como símbolo da fé cristã, destacando a importância de manter viva a luz da esperança, do amor e da presença de Deus na vida.
Nossa Senhora quer nos falar!
O texto apresenta uma mensagem de amor materno de Maria, que acolhe, orienta e convida os fiéis a viverem no amor a Cristo, praticando o bem e seguindo a vontade de Deus.
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