Ao dar início ao Conclave, nesta quarta-feira (07), os 133 cardeais eleitores adentraram a Capela Sistina, em procissão. Devidamente em seus assentos, os purpurados, guiados pelo presidente da celebração, cardeal Pietro Parolin, iniciaram o juramento coletivo, que norteará não só a atual votação, como também toda a vida religiosa dos votantes.
Além de manter segredo sobre tudo o que acontece durante o período em que estão no Conclave, os presentes também juram:
• “Observar fiel e cuidadosamente todas as disposições contidas na Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis, promulgada por João Paulo II em 22 de fevereiro de 1996, e as modificações feitas pelo Motu Proprio Normas nonnullas de Bento XVI em 22 de fevereiro de 2013”;
• “Se algum de nós for eleito Romano Pontífice, se empenhará em cumprir fielmente o múnus petrino como Pastor da Igreja universal e em defender com firmeza os direitos e a liberdade da Santa Sé”;
• “Não ceder a nenhuma interferência ou pressão externa de autoridades seculares, grupos ou pessoas que queiram intervir no processo de eleição do Romano Pontífice”.

Em seguida, cada um dos cardeais, individualmente, fez seu juramento, dizendo seu nome e deixando que o Espírito Santo guie a mão que escreverá o nome do próximo Sumo Pontífice.
Confira na íntegra o juramento, que foi feito seguindo o De Ingressu in Conclave et de Iureiurando, roteiro oficial de abertura do Conclave:
Presidente:
“Nós, todos e cada um dos Cardeais eleitores presentes nesta eleição do Sumo Pontífice, prometemos, nos obrigamos e juramos observar fiel e cuidadosamente todas as disposições contidas na Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis, promulgada por João Paulo II em 22 de fevereiro de 1996, e as modificações feitas pelo Motu Proprio Normas nonnullas de Bento XVI em 22 de fevereiro de 2013.
Prometemos também que, se algum de nós for eleito Romano Pontífice, se empenhará em cumprir fielmente o múnus petrino como Pastor da Igreja universal e em defender com firmeza os direitos e a liberdade da Santa Sé.
Prometemos ainda manter o mais absoluto segredo sobre tudo o que direta ou indiretamente se refere à eleição do Romano Pontífice, e sobre o que se disser e fizer no local da eleição, durante e após, salvo autorização expressa do novo Pontífice.
E juramos não ceder a nenhuma interferência ou pressão externa de autoridades seculares, grupos ou pessoas que queiram intervir no processo de eleição do Romano Pontífice.”
Juramento Individual:
Cada Cardeal, seguindo a ordem de precedência, diz:
“E eu, (nome), Cardeal (sobrenome), prometo, me obrigo e juro.”
Colocando a mão sobre o Evangelho:
“Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos que toco com minha mão.”

Com os corações e almas preparados, confiantes na vontade divina, os purpurados iniciam sua missão de eleger aquele que governará o futuro da Igreja.
Nos cabe orar, enquanto as votações acontecem no interior da Capela Sistina.
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