No caminho do Ano Jubilar, muitas são as formas de viver e experimentar a graça deste tempo especial de celebração oferecido pela Igreja aos seus membros. Umas das formas está nas peregrinações às Igrejas jubilares. Nesses lugares somos chamados a viver alguns ritos e a rezar algumas orações, com o intuito de tomarmos consciência de que um Ano Jubilar é sempre um convite à vivência de um tempo propício de conversão e de acolhida da graça atuante de Deus em nossas vidas.
Neste Ano Jubilar, diferente de outros já vividos e celebrados pela comunidade eclesial, o Papa Francisco, que convocou este tempo de celebração, nos exorta a render ação de graças pelos 2025 anos do nascimento de Cristo, a esperança que não nos confunde, visitando as Igrejas jubilares, como espaços de experiência de Deus, em vista da missão. Em cada diocese determinaram-se lugares de peregrinação, a fim de que os cristãos possam viver por meio de ritos e preces este tempo de renovação da fé, que alimenta o coração missionário de uma Igreja presente em todas as partes do mundo e que é chamada a evangelizar.
Um Ano Jubilar é sempre marcado por momentos fortes de celebrações. Por isso, a eleição de lugares para a celebração deste ano é sinal concreto de uma Igreja que se utiliza deste tempo para evangelizar e, por meio dessa ação, formar os seus membros para uma vida de fé ativa e consciente, profética e transformadora.
Peregrinar a uma Igreja jubilar é predispor-se a deixar-se envolver por Cristo. É permitir-se plasmar e formar-se pela sua Palavra, que deve guiar toda a vida cristã. Colocando-se assim a serviço do anúncio da esperança, que não nos confunde, mas que nos faz humildes trabalhadores na vinha do Senhor. Neste ano jubilar, o grande convite que o Senhor faz não é outro do que nos despertamos para a consciência de que somos uma Igreja discípulo-missionária a serviço da vida, em um mundo ferido.
O nosso coração está em Deus: o sentido da mitra episcopal
O bispo recebe no dia da sua ordenação a mitra. Uma veste litúrgica que recorda que pelo testemunho de sua vida é chamado a revelar a glória do Senhor.
O báculo: um sinal do bispo pastor
O texto explica o significado do báculo episcopal como símbolo do serviço pastoral do bispo, chamado a guiar, cuidar e conduzir o povo de Deus à luz do exemplo de Cristo.
O pálio episcopal, um sinal de serviço
O texto explica o significado do pálio episcopal como símbolo de unidade, serviço pastoral e missão da Igreja, destacando a imposição da insígnia ao novo arcebispo de Aparecida.
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