Jesus se identifica “com os últimos da sociedade” e como, através do seu amor doado até o fim, mostra a dignidade de cada ser humano, sobretudo quando é “mais fraco, mísero e sofredor”. Contemplar o amor de Cristo “ajuda-nos a prestar mais atenção ao sofrimento e às necessidades dos outros, e torna-nos suficientemente fortes para participar na sua obra de libertação, como instrumentos de difusão do seu amor”.
Jesus se identifica com os mais sofredores, com os mais abandonados. Há um mistério insondável nessa verdade de nossa fé. Verdade que é também comunhão com os irmãos, verdadeiramente. Aliás, há quem comunga, mas nega os valores da solidariedade, do cuidado dos pobres, dos mais feridos na sociedade. As atitudes de Cristo foram muito diferentes. Foram presença, solidariedade, mão estendida, partilha de sua vida e de sua misericórdia. Por que negamos o que nos é tão claro como o sol do meio-dia? Não há outra base onde poderemos assentar nossa fé, senão no modo semelhante de Cristo, que se põe ao lado dos míseros, dos mais feridos no mundo.
Quem somos nós? Somos colaboradores na difusão do amor de Deus no mundo. Essa é a missão do cristão e o que Nossa Senhora espera de mim e de você. Que sejamos proativos na causa do Reino. Se não nos empenhamos na difusão dos valores do Reino, ainda não assumimos a missão batismal, pois somos sacerdotes e sacerdotisas, ou seja, somos compromissados com o servir a Deus nos irmãos. Por isso, Jesus se identifica com “os últimos da sociedade”, pois neles está presente o Reino. Eles não têm mais nada, a não ser o próprio Deus. São os pobres do Reino.
Por que será que encontramos entre os cristãos aqueles que não gostam – às vezes nem querem ouvir falar – dos pobres? Interessante, pois, se somos movidos pela verdade de Cristo, devemos abraçar a vida do jeito dele. Não é possível querermos um Jesus que não seja o do Evangelho: Amigo dos mais pobres e abandonados! Os pobres e abandonados não são objetos, são a causa de Jesus, a causa do Reino. É preciso derrubar os tronos que nós mesmos construímos em nós!
Não tenhamos medo de amar do jeito de Jesus e de servi-lo nos pobres, tão amados de Deus!
Amor aos pobres: Vento novo do Espírito!
A Carta “Dilexit te” recorda que Deus volta Seu olhar aos pequenos e feridos, trazendo esperança aos que se sentem esquecidos e fortalecendo a fé para o novo ano.
Os humildes, sempre os humildes!
A esperança nasce na humildade: no silêncio de Belém, Deus se revela aos simples e transforma vidas.
Homilia Missa Solene: Dom Orlando Brandes
Dom Orlando Brandes reflete sobre fé, esperança e compromisso social na Missa Solene da Padroeira 2025.
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