Anualmente, como comunidade eclesial, somos chamados a viver o tempo quaresmal. São quarenta dias propícios para se pensar e realizar um caminho penitencial, que nos conduz a uma experiência de conversão. Por isso, é próprio da Quaresma nos debruçarmos sobre a importância e sentido do nosso batismo, bem como o valor das penitências, como exercícios que nos auxiliam na busca de uma vida nova em Deus.
O início deste tempo litúrgico se dá com a celebração da Quarta-Feira de Cinzas. Nessa ação litúrgica a comunidade eclesial é chamada, por meio dos ritos e preces, próprios dessa celebração, a recordar três elementos essenciais que acompanharão todos os membros da Igreja. Esses elementos são retirados da própria Palavra do Senhor proclamada na liturgia, a saber: oração, jejum e esmola.
Esses três gestos iluminam os passos daqueles que se permitem, nesse tempo litúrgico, ser moldados pelo Espírito do Senhor. A oração tem por escopo ampliar nossa capacidade de diálogo com Deus. O jejum não está ligado aos nossos desejos estéticos, mas à busca do autocontrole de nossas ações. Já a esmola é o exercício para sermos sempre solidários para com aqueles que se encontram ao nosso redor.
Na Quaresma não caminhamos sozinhos, mas com o Senhor que nos acompanha na vivência desses gestos, a fim de crescermos na nossa vida de fé pessoal e comunitária. Desse modo, com cantos, preces e gestos caminhamos ao encontro do Senhor e nele encontramos o sentido para viver esse tempo como caminho que nos leva à celebração do mistério da paixão, morte e ressurreição do Senhor.
Um sinal que nesse tempo nos ajuda a entender a necessidade de nos penitenciarmos, para atingirmos a Deus, são as cinzas que são depositadas sobre nossa cabeça. Nos primórdios da Igreja, as cinzas sobre a cabeça assinalavam aqueles que durante quarenta dias seriam submetidos a penitências, a fim de serem readmitidos na vida comunitária na manhã da quinta-feira, que antecedia o Tríduo Pascal.
Hoje, as cinzas nos ajudam a entender que do pó viemos e para o pó voltaremos. Assim sendo, não podemos postergar a necessidade de nos convertermos a Deus. Retomar o caminho que nos conduz a Ele e nos faz praticantes do amor que Jesus viveu e ensinou aos seus discípulos.
Muitos, ao receberem esse sinal, se perguntam sobre como se dá sua produção. Uma antiga tradição da Igreja ensina que durante a bênção dos ramos, no Domingo da Paixão do Senhor, a comunidade deve reservar algumas palmas, para produzir as cinzas do ano vindouro.
Celebremos com alegria este tempo fundamental de conversão. Trilhemos os passos do Senhor, deixando-nos envolver por seu Espírito que molda nossos corações e nos faz sempre conscientes de que sem nos convertermos, torna-se impossível atingir a eternidade.
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