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A devoção ao nome de Jesus está na Bíblia!

Vem saber mais com a ajuda de Bento XVI!

Martín Ugarteche (arquivo pessoal)

Escrito por Martín Ugarteche Fernández

19 JAN 2020 - 07H00 (Atualizada em 03 JAN 2024 - 11H26)

Vibe Images/Shutterstock

A memória do nome de Jesus, celebrada pela Igreja oito dias depois do Natal, tem certamente a sua história, para a qual contribuíram figuras proeminentes da Igreja Católica, como São Bernardo e São Bernardino de Sena.

Eu queria, porém, fazer referência aqui às raízes bíblicas da devoção ao nome de Jesus e a uma bela reflexão do Papa Emérito Bento XVI sobre o nome de Jesus.

shine.graphics/ Shutterstock
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Em primeiro lugar, no Evangelho de Lucas, vemos como o Anjo, na passagem da Anunciação, diz a Maria:

“Eis que conceberás no teu seio e darás à luz um filho, e o chamarás com o nome de Jesus” (Lc 1,31).

Leia MaisVamos iniciar o ano com Jesus e Maria?Os títulos de Jesus: O Verbo DivinoDogmas da Igreja: Jesus Cristo, ainda que homem, é Filho natural de DeusTambém no Evangelho de Mateus, o Anjo diz a José, em sonhos:

Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1,21).

Sabemos, novamente pelo Evangelho de Lucas, que “quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, conforme o chamou o Anjo antes de ser concebido” (Lc 2,21).

Outra referência bíblica importante encontramos na carta de São Paulo aos Filipenses, num cântico que muito provavelmente o Apóstolo recolheu das celebrações litúrgicas das primeiras comunidades cristãs:

“Por isso Deus soberanamente o elevou e lhe conferiu o nome que está acima de todo nome, a fim de que ao nome de Jesus todo joelho se dobre nos céus, sobre a terra e sob a terra” (Fl 2,9-10).

Finalmente, São Pedro, nos Atos dos Apóstolos, na cura de um aleijado, na porta do Templo, diz:

“Nem ouro nem prata possuo. O que tenho, porém, isto te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazoreu, anda!” (At 3,6).

Shutterstock/ Azindianlany
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O Papa Emérito Bento XVI, no seu livro sobre a infância de Jesus, e comentando a passagem do sonho de José, afirma que a explicação do anjo contém a essência da missão de Jesus: “salvará o seu povo dos seus pecados”. Esta missão será confirmada por São João Batista, quando, apontando para Ele dirá:

“Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1,37), frase que ouvimos diariamente na Santa Missa, antes da comunhão, com seu sentido completo: “... que tira o pecado do mundo”.

Na famosa passagem da cura do paralítico (mas não somente nessa, aqui damos apenas um exemplo) vemos Jesus realizando essa sua missão. Em primeiro lugar, Ele perdoa os pecados do paralítico. Somente depois lhe concede a cura, para que todos percebam que Ele realmente tem poder para perdoar pecados.

arrow_forward Renovemos hoje a nossa confiança e devoção ao nome de Jesus, e a nossa confiança Naquele que nos salva do pecado e da morte!

Escrito por:
Martín Ugarteche (arquivo pessoal)
Martín Ugarteche Fernández

É Doutor em Filosofia, professor universitário e formador católico. É especialista no pensamento de Karol Wojtyla (São João Paulo II). Desde 2003 impulsa diversos projetos de Evangelização da cultura, como o Concurso literário Histórias de Natal, os Ciclos de conferências Fé e Cultura, e a Exposição fotográfica Vida em Movimento. Também é criador do Curso “Filosofia para leigos”, oferecido totalmente On-line e autor do poemário “Brisa suave”, publicado recentemente em espanhol.

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