O A12 inicia uma série especial de "Contos de Natal" para ajudar você a mergulhar em histórias e tradições que indicam o verdadeiro sentido desta grande solenidade.
Podemos viver belas “aventuras natalinas” que despertam encanto e ternura. Entretanto, somos chamados a voltar o coração para a espera que realmente transforma: a presença viva do Deus em nosso meio.
"Eu tinha apenas 10 anos. Era véspera de Natal, estávamos reunidos em minha casa, eu, meus pais, minha irmã mais nova Isabela e boa parte, senão todos, dos familiares maternos.
O clima era de alegria, por estarmos todos juntos e, com certeza, de expectativa e curiosidade… 'será que o Papai Noel”visitará mesmo a nossa casa? Por onde ele vai passar?'. Essa dúvida era real, tão ingênua e humilde no coração das crianças da família.
Em um certo momento, estavam perto de mim alguns primos e juntos, começamos a imaginar: 'quem sabe ele já não está por perto?'. Ao lado da minha casa, moravam os meus tios, e da janela do quarto dava para ver a cobertura da casa deles. Olhávamos e ficávamos supondo se ele já não estaria escondido, só esperando nós dormirmos para entrar pela janela da sala.
Os familiares foram embora e, no quarto, restaram minha irmã e eu. Demos início à tradição de preparar a casa para a última 'visita tão esperada': deixamos a janela entreaberta para facilitar a entrada do bom velho e, perto da árvore, um copo de leite com alguns biscoitinhos e, claro, os nossos sapatos.
Depois disso, retornamos ao quarto para dormir. Dormir? Como? Só pensávamos na surpresa que veríamos no dia seguinte ou então, na mesma noite. 'Quem sabe não damos aquela “ugidinha na madrugada para vê-lo na sala?', mas… logo pegamos no sono.
Amanheceu e não como qualquer outro dia… era Natal e, algo de novo e surpreendente nos aguardava. O primeiro a fazer? Acordar minha irmã! 'Vamos logo, Isa!'. Corremos para o quarto dos nossos pais para que eles nos acompanhassem até a sala.
Ao chegar lá, achamos estranho… a porta da sala estava parcialmente fechada. Então a abrimos e nos assustamos, pois no exato momento, havia feito um barulho na janela como se alguém estivesse acabado de sair dali.
'Era ele, com certeza!', pensávamos. Quando, na verdade, era apenas a pressão do cômodo fechado que causou a batida da janela. Tão logo, eu e minha irmã vimos nossos presentes no pé da árvore e, muito animadas, encontramos uma opção que pedimos na cartinha.
Ali, mal sabíamos que eram nossos pais os mais interessados em ver nossos sorrisos. E, que de modo encantador, despertariam nossa imaginação de criança para vivermos uma 'aventura natalina' que deixasse marcas de amor.
Esses gestos pequenos traziam alegria e esperança no Natal. Hoje, percebo que, como crianças, deveríamos também olhar com entusiasmo para a 'grande notícia' do Menino na manjedoura em Belém. E ainda melhor, aguardar reviver essa história de amor real. 'Uau, como pode?'
Sim, Deus nasceu pequenino e mal podemos esperar para adorá-lo!"
add_box Cristo que nasce ‘‘hoje’’: o mistério que celebramos no Natal
Fonte: Conto de Natal de Ana Luíza Meireles
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