São Francisco de Assis inspira inúmeras pessoas que buscam uma vida de intimidade com Deus e proximidade com a natureza. Após uma radical conversão, viveu os princípios do Evangelho a partir dos votos de pobreza, castidade e obediência.
Esse santo tão amado e conhecido viveu entre os séculos XII e XIII na Itália. Após abandonar todos os bens materiais para seguir a Cristo, fundou a Ordem dos Frades Menores, que propõe a pregação do Evangelho e dedicação aos pobres.
Sua memória é celebrada em 4 de outubro, data de sua morte em 1226. Por meio de uma profunda humildade, sua vida tornou-se reflexo de sabedoria para todos. Mas, quais os principais aspectos da sua personalidade ganham destaque? Confira abaixo!
Na espiritualidade franciscana há uma característica marcante: viver o evangelho com total desapego dos bens materiais. Nisso, seu coração voltou-se totalmente ao zelo pelos pobres, reconhecendo a dignidade da pessoa humana que foi dada pelo próprio Deus.
“O caminho que tomei é o da simplicidade e humildade”, dizia.
Tudo o que foi criado revela o criador. Francisco enxergava toda a criação como reflexo da bondade de Deus. Os elementos terra, ar, fogo, água, as plantas e os animais, os fenômenos naturais como nascer e pôr do sol, as estrelas e tudo mais.
“O Senhor sorri nas flores, murmura na brisa, pergunta no vento, responde na tempestade, canta nos rios…todas as criaturas falam de Deus, quando está cheio de Deus” , afirmava o santo.
Como filho de Deus, Francisco compreendeu que todos são irmãos e irmãs e, portanto, assim devem ser tratados, inclusive a natureza. Aqui se destaca seu olhar cuidadoso para com a amizade que viveu com Santa Clara de Assis.
A relação de irmãos que teve com Clara a inspirou a permanecer na mesma vivência da pobreza e da oração. Francisco ressaltava o fato de que os homens só poderão amar uns aos outros se amarem antes o Amor (Jesus).
“Amor, amor, amor! Queimem, nas brasas do Amor, as suas rivalidades e egoísmos” , falava.
Francisco sabia que a intimidade com Deus acontecia por meio da oração. Era um homem recolhido interiormente para estar junto do “Amor” a cada instante. Só assim, recebia a graça e as forças para operar sua missão.
Ele é exemplo de que quem caminha na oração encontra consigo mesmo e com a sua vocação. Não é à toa que disse as palavras:
“Pobre do homem que não tiver segredos com seu Deus.”
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