As bem-aventuranças, proclamadas por Jesus no Evangelho de Mateus (5,1-12a) apontam o caminho da verdadeira felicidade.
Ao subir ao monte e ensinar seus discípulos, Nosso Senhor apresenta um modo de viver que não se baseia na lógica do mundo, mas na confiança plena em Deus.
“Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.” Essa primeira bem-aventurança nos recorda que a verdadeira riqueza nasce da dependência do Pai. Ser pobre em espírito é reconhecer que tudo vem de Deus e que Nele encontramos sentido e segurança.
Ao refletir sobre as bem-aventuranças, o saudoso Papa Francisco afirmou na Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate que “são como que o bilhete de identidade do cristão. Assim, se um de nós se questionar sobre «como fazer para chegar a ser um bom cristão», a resposta é simples: é necessário fazer – cada qual a seu modo – aquilo que Jesus disse no sermão das bem-aventuranças.” (n. 63).
Cada bem-aventurança apresenta uma atitude concreta para o cotidiano cristão: a mansidão, a misericórdia, a busca pela justiça, a pureza de coração e o compromisso com a paz. São caminhos que nos conduzem a uma vida mais simples e aberta à ação de Deus.
Em sua reflexão desta semana, o missionário redentorista Padre Thiago Costa, C.Ss.R., destaca que “as bem-aventuranças são sinais de que devemos depositar nossa vida nas mãos do Pai confiando sempre no Senhor. Além disso, precisamos reconhecer que, em Deus, encontramos toda riqueza e o Reino do Pai é para todos os que vivem na fidelidade”.
Esse chamado nos convida também a assumir, com responsabilidade e amor, o cuidado com a vida humana, especialmente dos mais pobres e esquecidos.
Viver as bem-aventuranças é, portanto, um caminho exigente, mas de profunda liberdade. Mesmo diante das dificuldades e perseguições, Jesus nos garante que a recompensa está na vida eterna.
add Leia também: Maria, exemplo de vivência das bem-aventuranças na sociedade
Fonte: Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate
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