O acólito é aquele que serve no altar nas celebrações da liturgia, indo à frente ou ao lado das pessoas. Em primeiro lugar, sua função é acompanhar o presidente da missa, seja ele bispo ou sacerdote. Depois, ele irá servir o diácono, os ministros extraordinários da comunhão e outras pessoas que necessitem.
Este serviço, caracterizado como um ministério, possui entre as suas funções portar a Cruz ou vela; auxiliar o diácono na credência e apresentar o livro ao sacerdote quando há necessidade. Mas, na verdade, seu serviço começa ainda na sacristia quando o bispo ou padre tomam as suas vestes.
“Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.” (Serviço Nacional de Acólitos (SNA) é um departamento do Secretariado Nacional de Liturgia)
Esse auxílio, sobretudo, deve ter como principal razão servir por amor ao próprio Jesus.
Todo batizado, seja menino ou menina, jovem ou adulto. Contudo, é necessário entender que há divisão em dois grupos: dos acólitos instituídos e dos não instituídos.
Os acólitos instituídos são chamados e instituídos pelo bispo para servir de modo estável e dedicado na celebração da Eucaristia em toda a diocese, especialmente na preparação para o sacerdócio e no exemplo e formação de novos acólitos.
Enquanto os não instituídos são em maior número, aqueles que costumamos ver todos os domingos em nossas paróquias e que também chamamos de “coroinhas”. São chamados pelo pároco, após preparação e prática contínua, para servir na liturgia com fé.
"Se tu, acólito, como Maria, guardas no teu coração e na tua carne o mistério de Deus que está contigo, então és capaz de estar com os outros de uma maneira nova. Graças a Jesus, sempre e só graças a Ele, também tu podes dizer ao teu próximo “estou contigo”, não com palavras, mas com ações e gestos, com o coração e com uma proximidade concreta."
Para se aprofundar com mais detalhes na vivência de um acólito, conheça a história do Maurício Ribeiro, acólito no Santuário Nacional de Aparecida:
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