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Liturgia

O que é um acólito na Igreja Católica e quais suas tarefas?

Escrito por Giovana Marques

20 JAN 2026 - 10H40 (Atualizada em 20 JAN 2026 - 11H16)

Renan/Adobe Stock

O acólito é aquele que serve no altar nas celebrações da liturgia, indo à frente ou ao lado das pessoas. Em primeiro lugar, sua função é acompanhar o presidente da missa, seja ele bispo ou sacerdote. Depois, ele irá servir o diácono, os ministros extraordinários da comunhão e outras pessoas que necessitem.

Quais as responsabilidades de um acólito?

Este serviço, caracterizado como um ministério, possui entre as suas funções portar a Cruz ou vela; auxiliar o diácono na credência e apresentar o livro ao sacerdote quando há necessidade. Mas, na verdade, seu serviço começa ainda na sacristia quando o bispo ou padre tomam as suas vestes.

“Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.” (Serviço Nacional de Acólitos (SNA) é um departamento do Secretariado Nacio­nal de Liturgia)

Esse auxílio, sobretudo, deve ter como principal razão servir por amor ao próprio Jesus.

Quem pode ser acólito?

Todo batizado, seja menino ou menina, jovem ou adulto. Contudo, é necessário entender que há divisão em dois grupos: dos acólitos instituídos e dos não instituídos.

Os acólitos instituídos são chamados e instituídos pelo bispo para servir de modo estável e dedicado na celebração da Eucaristia em toda a diocese, especialmente na preparação para o sacerdócio e no exemplo e formação de novos acólitos.

Enquanto os não instituídos são em maior número, aqueles que costumamos ver todos os domingos em nossas paróquias e que também chamamos de “coroinhas”. São chamados pelo pároco, após preparação e prática contínua, para servir na liturgia com fé.

O que disse o Papa Francisco aos acólitos e coroinhas?

"Se tu, acólito, como Maria, guardas no teu coração e na tua carne o mistério de Deus que está contigo, então és capaz de estar com os outros de uma maneira nova. Graças a Jesus, sempre e só graças a Ele, também tu podes dizer ao teu próximo “estou contigo”, não com palavras, mas com ações e gestos, com o coração e com uma proximidade concreta."

Para se aprofundar com mais detalhes na vivência de um acólito, conheça a história do Maurício Ribeiro, acólito no Santuário Nacional de Aparecida:

add_box Acólitos e Coroinhas: presente e futuro da Igreja

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