“Ao chegar o dia de Pentecostes, todos estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído semelhante ao de uma forte ventania e encheu toda a casa onde estavam. E apareceram-lhes línguas como de fogo, que se repartiam, pousando sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito concedia a eles se expressarem. ”
(A1 2, 1-5)
A liturgia deste domingo (8) celebra a Solenidade de Pentecostes, a presença do Espírito Santo em nós, conclui o Tempo Pascal. Ao longo destas semanas fomos preparados por Jesus Cristo para acolher a presença consoladora do Defensor.
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O Paráclito sempre acompanhou Jesus em sua missão: na fecundação do ventre de Maria que possibilita a Encarnação (Lc 1,35); no Batismo de Jesus, O confirmando como o Messias (Lc 3,21-22); na Paixão, Morte e Ressurreição quando Jesus entregou na cruz o Seu Espírito (Lc 23, 46) e no mesmo Espírito, foi ressuscitado pelo Pai.
E como está descrito na Constituição Dogmática Lumen Gentium, o Defensor:
“O sopro do Espírito em São João é o maior legado do Ressuscitado. O sopro de Deus é sempre um sopro criador, renovador e transformador. O sopro de Deus é santificador, transmite o fogo que purifica e anima a vida. Ao celebrar, neste ano, a festa de Pentecostes, pensamos no Jubileu do ano Santo, que acontecerá em 2025. O Jubileu terá como lema: “Peregrinos da Esperança”. Somos um povo peregrino e precisamos olhar para o objetivo e a meta da nossa peregrinação que é chegarmos à Pátria Celeste.”
Constituição Dogmática Lumen Gentium
A Igreja é guiada pelo Espírito Santo
São Lucas descreve a Igreja como a ação continuada da Santíssima Trindade na criação, pois ela é a comunidade conduzida pelo Espírito e chamada a testemunhar para a humanidade o projeto libertador do Pai.
No Evangelho de São João (Jo 20,19-23), a comunidade cristã é apresentada e reunida em torno de Jesus Ressuscitado, que a partir da promessa do Paráclito renova a fé do povo santo.
O Espírito da Verdade permite a eles superar o fechamento do coração provocado pelo medo e dar testemunho do amor que Jesus viveu até a doação da própria vida.

Renovados pelo Espírito, os discípulos recebem sua missão: eliminar o pecado. É preciso ser objetivo e transmitir para a humanidade aquilo que é de Deus e aquilo que é fruto do pecado. Quem aceita as condições do Reino se torna membro da comunidade de Cristo.
Quem não aceita continua a percorrer caminhos de egoísmo, corrupção e de morte, isto é, continua como propagador do mal.
Neste artigo para o site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Messias dos Reis Silveira, Bispo de Teófilo Otoni (MG), relata que o grande desejo do Senhor era que a sua Boa Nova pudesse iluminar as pessoas do mundo inteiro e esse desejo continua sendo concretizado.
“O sopro do Espírito em São João é o maior legado do Ressuscitado. O sopro de Deus é sempre um sopro criador, renovador e transformador. O sopro de Deus é santificador, transmite o fogo que purifica e anima a vida. Ao celebrar, neste ano, a festa de Pentecostes, pensamos no Jubileu do ano Santo, que acontecerá em 2025. O Jubileu terá como lema: “Peregrinos da Esperança”. Somos um povo peregrino e precisamos olhar para o objetivo e a meta da nossa peregrinação que é chegarmos à Pátria Celeste.”
Dom Messias dos Reis Silveira

O bispo completa nos orientando que a todo o momento é necessário clamar para que o Santo Espírito venha e renove a vida humana, pois esta precisa ser constantemente renovada e recriada.
“O sopro do Espírito em São João é o maior legado do Ressuscitado. O sopro de Deus é sempre um sopro criador, renovador e transformador. O sopro de Deus é santificador, transmite o fogo que purifica e anima a vida. Ao celebrar, neste ano, a festa de Pentecostes, pensamos no Jubileu do ano Santo, que acontecerá em 2025. O Jubileu terá como lema: “Peregrinos da Esperança”. Somos um povo peregrino e precisamos olhar para o objetivo e a meta da nossa peregrinação que é chegarmos à Pátria Celeste.”
Dom Messias dos Reis Silveira
E que nesta grande exaltação do Pentecostes, que o Senhor continue a agir em nós para caminhar pelas estradas da história como em outro momento o fizeram os discípulos missionários que nos antecederam.
Unidos e reunidos não seremos abatidos pelos desafios que o mundo impõe à evangelização, pois “a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5).
Confira a explicação do diácono Pablo Vinícius, C.Ss.R:
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