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Santo Padre

5 dicas do Papa para o acolhimento de refugiados

Atualmente 1% de toda a humanidade em deslocamento forçado pelo mundo

Escrito por Eduardo Gois

17 JUN 2021 - 10H30 (Atualizada em 17 JUN 2021 - 11H15)

Crises políticas e econômicas, guerras, pandemias, violência e perseguições levaram o deslocamento forçado a um novo recorde em todo o mundo.

Países como a Guatemala, Honduras, El Salvador, República Democrática do Congo, Sudão do Sul, Mianmar, Síria, Venezuela, entre outros, têm uma debandada da população em busca de uma vida melhor.

Em seu relatório anual Tendências Globais (Global Trends) de 2020, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) informa, por exemplo, que 79,5 milhões de pessoas estavam deslocadas por guerras e conflitos até 2020, ou seja, praticamente 1% da humanidade

Em várias oportunidades, o Papa Francisco deu bons exemplos para superar tais dificuldades. Listamos cinco momentos e algumas dicas do Santo Padre para a lamentável situação.

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1. O Papa Francisco apelou no dia 19 de junho de 2018, a uma “renovada fraternidade” com os migrantes e os refugiados, associando-se à campanha internacional da Cáritas ‘Partilhar a viagem’.

“Desejo encorajar-vos, a vós da Cáritas, assim como a comunidade dos fiéis com os seus pastores, e todas as pessoas de boa vontade a procurar cada vez mais novos espaços de partilha, para que dos nossos encontros possam germinar uma renovada fraternidade com os migrantes e os refugiados”, referiu, numa mensagem aos participantes na iniciativa ‘A refeição do encontro’".

Reprodução/Twitter
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2. No Twitter, o Papa Francisco pediu no dia 20 de junho de 2018 que "o medo" não impeça de acolher "os pobres, os rejeitados, os refugiados".

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3. Em 14 de janeiro de 2018, no Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados, o Pontífice declarou: “Todo estranho que bate à nossa porta é uma oportunidade para conhecer Jesus Cristo, que se identifica com o estrangeiro que foi aceito ou rejeitado em todas as épocas (Mt 25, 35.43)’.

E para o estranho, o migrante, o refugiado e o requerente de asilo todas as portas da nova terra também são uma oportunidade para conhecer Jesus”.

4. No dia 1º de janeiro de 2018, durante a primeira missa do ano, Francisco aconselhou a abandonar o consumismo inútil e construirmos um mundo pacífico e acolhedor, principalmente ao migrante e refugiado.

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5. Em novembro de 2017, por ocasião da Divulgação da Mensagem para o Dia Mundial da Paz que aconteceria este ano, O Papa Francisco se referiu às guerras, às desigualdades e às injustiças como principais motivos que levam milhões de pessoas a abandonar seus lares e embarcar em uma viagem incerta em busca de uma vida digna.

“Os conflitos armados e as outras formas de violência organizada continuam a provocar deslocações de populações no interior das fronteiras nacionais e para além delas”, seguindo a tendência iniciada com as guerras mundiais, genocídios e limpezas étnicas do século XX, lamentou o Santo Padre.

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Fonte: *Com Vatican News, Aleteia, ACi Digital e Acnur

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