Durante a semana, o Papa Francisco tem expressado sua vontade de dialogar com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, a respeito do conflito na Ucrânia. Desde o inicio do conflito, em 24 de fevereiro, o Santo Padre vem demonstrando preocupação com a Guerra e pedindo pela paz.
No domingo (01), durante o Angelus na Praça de São Pedro, Francisco denunciou o bombardeio e destruição da cidade de Mariupol e reiterou o pedido de abertura de corredores humanitários para a retirada de civis da cidade ucraniana.
Na terça-feira (03), o Pontífice mencionou diretamente pela primeira vez a Rússia e o presidente russo, relembrando ao jornal italiano “Corriere Della Sera”, que pediu uma reunião com Putin para dialogar sobre os ataques da Rússia.
No dia seguinte, quarta-feira (04), o governo russo disse que neste momento não haverá encontro entre o Papa Francisco e Vladimir Putin. A resposta veio através do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que alegou falta de acordo entre Moscou e Vaticano.Leia MaisRússia nega visita do Papa Francisco em MoscouPapa Francisco quer encontro com Putin na Rússia para pôr fim à guerraPapa Francisco denuncia ataque bárbaro em cidade da Ucrânia
O cardeal Parolin comentou aos jornalistas sobre o pedido do Papa e também a resposta de Moscou.
“Penso que, neste momento, não há outros passos a serem dados. O Santo Padre se ofereceu para ir a Moscou, para se encontrar pessoalmente com o presidente Putin. Estamos esperando que eles nos digam o que querem, o que pretendem fazer. Não creio que haja mais medidas a serem tomadas por parte do Santo Padre".
Parolin explicou que as portas continuam abertas para o diálogo e que permanece o desejo de reconstruir o equilíbrio internacional danificado pela guerra.
Fonte: Vatican News
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